Vila Velha… de novo!

Vila Velha

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Mosteiro da Ressurreição

Lugar lindo… fiquei encantada!

Mosteiro da Ressurreição

Mosteiro da Ressurreição

Mosteiro da Ressurreição

Mosteiro da Ressurreição

Cemitério - Mosteiro da Ressurreição

Cemitério – Mosteiro da Ressurreição

Varanda - Mosteiro da Ressurreição

Varanda – Mosteiro da Ressurreição

Sino - Mosteiro da Ressurreição

Sino – Mosteiro da Ressurreição

Caminho - Mosteiro da Ressurreição
Caminho – Mosteiro da Ressurreição
Mosteiro da Ressurreição
Mosteiro da Ressurreição
Capela - Mosteiro da Ressurreição
Capela – Mosteiro da Ressurreição
Mosteiro da Ressurreição
Mosteiro da Ressurreição
Mosteiro da Ressurreição

Mosteiro da Ressurreição

Mosteiro da Ressurreição

Mosteiro da Ressurreição

O processo cruzado

Processo cruzado? Resumindo: filme slide/chromo (positivo) revelado como se fosse um filme negativo comum. Isso muda as cores, bagunça tudo e deixa as fotos muuuuito mais interessantes! 😀 Chequem só:

Mais analógicas…

Câmera mais “moderninha” dessa vez: testando minha nova La Sardina, The Guvnor! com filme da Lomography, Color, Iso 400.

E pessoal, eu estou amando! Fotografar com câmera analógica é outra técnica, outra linguagem, outro tudo… liberdade total, diversão, pura espontaneidade! Acho que me apaixonei…

 

 

Pinheiro do Brasil – “Araucária angustifolia”

 

 

Ipê amarelo – “Tabebuia alba”

 

 

Mais Ipê…

 

 

Adivinhe… P-)

 

 

Só as janelas…

 

 

Autorretrato…

 

 

PS: Clique para ver as fotos ampliadas!

Divagações analógicas…

Tudo começou quando ganhei um câmera Yashica J – pasmem, da década de 60! Toda manual, um charme… –  do meu bom amigo e colega de trabalho, Robinson. Era para eu fazer um trabalho para o curso e era para ser feito em película, ou seja, nosso velho amigo filme. Na época, testei a câmera mas o filme saiu virgem… foi uma decpção! Mas eu tinha o trabalho para fazer e mais toda a correria do curso… acabei deixando a câmera de lado.

O curso terminou e eu lembrei da pobrezinha abandonada lá no armário. Quem diria que um pequeno parafuso poderia fazer tanta diferença! A câmera agora funciona! Não como antigamente, claro, muitas fotos não saem pois as velhas palhetas do obturador estão um pouco “enferrujadas”: as vezes não abrem, as vezes não fecham! 😀 Mas as fotos que saem ficam… bem, ficam assim!

 

 

Rio Tibagi

 

 

 

Rio Tibagi

 

 

 

Ladeira do Paredão

 

 

 

Ladeira do Paredão

 

 

 

Tibagi

 

 

E podem aguardar que muitas outras fotos analógicas vem por ai!

Agradecimentos mais que especiais ao Robinson, pela câmera mais que charmosa e especial, e ao S. Domingos que, com sua experiência, me ajudou a desvendar os mistérios da Sra. Yashica J e colocá-la de volta “na ativa”-  aliás, sua primeira câmera fotográfica foi uma dessas!

PS: clique nas fotos para vê-las ampliadas.

PS 2: Filme utilizado, Ilford P&B, ISO 100.

Sobre ruas e luas… a noite em Ponta Grossa!

Dica: para ver as fotos ampliadas, basta clicar sobre elas.

Vila Velha, finalmente!

Máquina fotográfica só, não! Ainda levei a tiracolo: marido, pai e mãe! 😀  Afinal, morando há praticamente cinco anos em Ponta Grossa (Paraná) era uma vergonha que eu ainda não tivesse ido conhecer o Parque Estadual Vila Velha!

Devia ter ido mais cedo…

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Dica:  quem quiser visitar o Parque, que fica a 15 minutos de carro de Ponta Grossa e, de Curitiba a 1hora e meia, pode ver mais informações clicando aqui!

Dica 2: como sempre, clique nas fotos para vê-las ampliadas.