Poker’s night…

Eles jogam todas as noites de terça e nós meninAs, não somos permitidas por lá! haha 😉

A excessão foi terça passada quando obtive permissão, exclusivérrima, para fotografá-los. Mas não se engane, caro passante, não são os meninOs que liberam a entrada não! Para conseguir entrar, tem de obter autorização da minha bela amiga Célia Dresch (quem acompanha a FotoLândia conhece ela!), que não facilita nem um pouco!

As fotos são para um dos trabalhos finais do curso e renderão um Documentário Fotográfico sobre o jogo e seus jogadores. Esses últimos, salvo algumas excessões, nem estão lá pelo jogo em si, mas principalmente pela diversão com os amigos… mas eles levam a sério. Afinal, quem quer perder, não é mesmo?


Magos do Poker...

 

Dica: mais fotos vem aí…

 

O retorno da Jé…

Mais uma da Jéssica! Essa foi eu quem bateu, não a brux… ops, Ariella! 😉

Aliás, coitadas dessas minhas amigas, viu! Devem estar curiosíssimas para ver as fotos e, como só terei tempo para rapassar todas no final de semana, vão vendo assim “pingadinhas” aqui no blog, junto com você, caro leitor!
Desculpem amigas, logo vocês terão suas fotos, ok! 😀

E atenção amantes da fotografia pois aqui está uma excelente dica dos grande fotógrafos, que já li em vários livros e artigos: nunca mostre suas fotos ruins! Antes de entregá-las ou sair mostrando, check todas e apague aquelas que têm erros de foco, foram sub ou hiperexpostas, ou seja, todas aquelas que ficaram ruins por algum motivo.

Mostre sempre e apenas, seu melhor trabalho!

 

 

Fotografia por Ana Paula - Cabelo e Maquiagem por Ariella

Dica: quer ver a foto ampliada? É só clicar!

O final do “causo” do atropelamento…

Continuando o “causo”…

Saímos correndo feito loucas. Peguei meu celular e liguei para a polícia que, ao invés de mandar logo o socorro, ficou fazendo perguntas! Caros leitores, sério, fiquei indignada com o tempo que demorou o socorro e com aquele policial que me atendeu, que sossego enquanto o pobre atropelado sangrava lá na nossa frente! Isso nos lembrou quando precisamos dos bombeiros no prédio onde moramos! Mais de 15 minutos para chegar! Até eu, a pé, teria chegado antes! E o prédio pegando fogo!

Continuando, o “rapagão” que dirigia, primeiro ficou preocupado com o carro para, só depois, se preocupar com o atropelado. Conversando com ele descobrimos que  já tinha perdido a carteira por excesso de multas! E estava dirigindo!!! Preciso comentar mais alguma coisa sobre o motorista?

Foi quando, no meio de toda essa loucura, o atropelado resolveu que iria se levantar e ir embora. E eu falando ao celular e dizendo para o moço ficar no chão e não se mexer, a Célia enterrada, de salto alto, naquela mal podendo se mexer e a pobre Ariella carregada com o equipamento e a maquiagem feito um burrinho de carga!

E o atropelado querendo sair correndo! Haja paciência!

Outra indignação aqui: nesse momento já tinha uma meia duzia de curiosos ali em volta. Todos homens. Mas fui eu quem teve de segurar o rapaz atropelado no chão, vocês acreditam? Caros leitores, quando os homens desse mundo ficaram, com o perdão da expressão, tão “bundões” assim? E não foi só aqui, nesse dia e incidente não, infelizmente “está” em todo lugar! Não vou nem perguntar onde está o cavalheirismo, vou perguntar onde está o bom senso e a boa educação mesmo!

Se você leitor, é homem, faça-me um favor: seja um homem. Dê seu lugar à uma pessoa idosa ou mulher com criança. Ajude alguém a carregar a mala ou sacola pesada. Acuda uma pobre fotógrafa e ajude-a a acalmar o acidentado e a fazer com que ele não se levante!

Voltando ao incidente… Pode ser que o rapagão tenha atropelado o rapaz porque estava olhando para nossa sessão de fotos? Pode sim. Mas o “isulfilm”, tão escuro quanto a noite, que ele tentou arrancar do carro antes mesmo de socorrer o atropelado não melhorou sua visibilidade, garanto. Além do quê, se você está dirigindo, nem que seja uma sessão de fotos para a Playboy, sua obrigação é olhar para a frente e prestar atenção.

O atropelado estava todo ensanguentado (e eu também à essa altura!) e uma das suas pernas tinha um belo “rombo”! Pensamos até que as pernas estivessem quebradas e pelo estrago no carro não entendemos como é que ele não estava era morto! Mas insitiu em se levantar e foi embora. Assim simplesmente… Aqui cabe uma nota: ele não cheirava a álcool, mas não estava em condições normais e isso era bem perceptível!

À essa altura suspiramos: aonde foi que a gente se meteu viu!

Depois de tudo isso, é claro, o rapagão que dirigia o carro também foi embora. Quando terminamos a sessão, vimos que a polícia o havia parado, um pouco para a frente do local do acidente. Não sabemos se realmente sabiam que era ele que tinha atropelado o rapaz ou se só o pararam por causa do estrago no carro, que ele já estava dirigindo novamente, diga-se se passagem.

Ficamos com vontade de parar e falar para polícia o que sabíamos, mas é claro que achamos melhor não falar nada, afinal, sabe Deus quem é esse rapaz. Infelizmente, tivemos de ser prudentes!

De qualquer maneira está aí a receita para um assasino no trânsito: irresponsável, inconsequente e, bem possivelmente, sem nenhuma punição. Enquanto ele não matar alguém não vai sossegar.


O atropelamento - Por Ana Paula