Cinema e Fotografia…

Dispensável falar da ligação entre cinema e fotografia, certo?! E para quem gosta de ambos, ficam aqui duas dicas, uma mais antiga e outra mais contemporânea, de filmes que falam de fotógrafos e fotografia… divirtam-se!

 

 

 

 

 

 

Ponta Grossa a noite… para começar!

Como nos outros trabalhos: só uma! Para aumentar a vontade e a espectativa!  😉

 

Ponta Grossa a noite!

 

 

Dica: clique na foto para vê-la ampliada.

Dica 2: Vem mais fotos de Ponta Grossa a noite por ai…

 

 

Poker’s night…

Eles jogam todas as noites de terça e nós meninAs, não somos permitidas por lá! haha 😉

A excessão foi terça passada quando obtive permissão, exclusivérrima, para fotografá-los. Mas não se engane, caro passante, não são os meninOs que liberam a entrada não! Para conseguir entrar, tem de obter autorização da minha bela amiga Célia Dresch (quem acompanha a FotoLândia conhece ela!), que não facilita nem um pouco!

As fotos são para um dos trabalhos finais do curso e renderão um Documentário Fotográfico sobre o jogo e seus jogadores. Esses últimos, salvo algumas excessões, nem estão lá pelo jogo em si, mas principalmente pela diversão com os amigos… mas eles levam a sério. Afinal, quem quer perder, não é mesmo?


Magos do Poker...

 

Dica: mais fotos vem aí…

 

Letícia, as fotos! Post 1 de 3…

Mais fotos feitas na aula de Direção… sorte a minha pegar uma parceira tão bonita e fotogênica, porque assim ficou fácil tirar fotos lindas né!

 

Letícia!

 

 

Letícia!

 

 

Letícia!

 

Dica: clique nas fotos para vê-las ampliadas.

Dica 2: tem mais dois posts com fotos da Lê vindo por aí ainda, não percam!

Um salto para a liberdade…

Passantes da FotoLândia! Não, eu não perdi nada importante que tenha necessitado a ajuda de São Longuinho recentemente ( 😉 ), no entanto, tirei três fotos “saltitantes” que acho que vocês vão gostar de ver!

Para começar, Anielly e seu salto para a liberdade…

 

O salto da Ani!

 

Dica: Clique na foto para vê-la ampliada!

Dica 2: Não percam os próximos pulos aqui na FotoLândia…

 

 

Sobre a Ana… Sobre a Paula: as fotos!

Finalmente pessoal!

Desde que eu escrevi o texto “Sobre a Ana… Sobra a Paula!” – curiosamente um dos textos mais “badalados” do blog ! –  que eu tinha vontade de colocar umas fotos para ilustrar o texto. Cheguei até a colocar alguma coisa uma vez mas, aquelas ainda não eram “AS” fotos, se é que me entendem… no final, preferi deixar sem nada.

Um dia, então, na matéria de Fotografia Autoral do curso que faço na Escola Portfólio, a Profe Gabi (chequem só o blog dela: http://gabrielaleirias.wordpress.com/) nos desafiou com um trabalho de autoretrato. E quando eu digo “desafiou”, não estou exagerando, porque para mim foi realmente um desafio.

Indecisa como sou, não conseguia chegar a um idéia: como fotografar a Ana e a Paula? Pensei e pensei, mas no final o resultado veio quase que naturalmente! Acabei fazendo três sessões com fotos completamente diferentes para conseguir as fotos que eu queria: a visão da Ana, a visão da Paula e a visão da Ana Paula! É… vocês vão entender melhor quando assistirem o vídeo com o resultado do trabalho!

Ah, mas antes disso, queria deixar aqui meu agradecimento mais que especial aos meus ajudantes: Célia e Ariela (as super amigas), Bita e Bitão (meus “veínhos”) e Vei e Amarula (minha “matilha”)! As fotos em que vocês verão duas de mim mesma não são montagens. Essas fotos foram feitas usando uma técnica bem trabalhosa e demorada e, para cada umas delas eram necessárias duas pessoas trabalhando, no mínimo, além de mim mesma. Esse trabalho não teria saído sem a ajuda e paciência desses ajudantes! 😀

Para finalizar, fica um “tira gosto” aqui na nesse post, mas o vídeo com o trabalho completo e a perfeitíssima trilha sonora do Blind Guardian vocês checam na página “Sobre a Ana… Sobra a Paula!”, afinal, tinha de ser lá, não é mesmo!

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Paula

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Ana

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Ana Paula

 

 

Atendendo a pedidos…

… colocamos aqui na FotoLândia a foto que andou fazendo o maior sucesso no FaceBook!

 

Amarula, a beagle voadora!

 

PS: Me sinto na obrigação de informar que ela adora isso tá! A cara de “pobre coitada” é apenas a genética resultante da evolução e servia para que a gente acreditasse que eles eram um coitadinhos, ficássemos com dó e lhes déssemos comida (quanto mais cara de “coitado”, maiores a chances de sobreviver e se reproduzir, capitaram? 😉  ) sem saber que dentro desses, supostamente, doces cachorrinhos moram monstrinhos bagunceiros, destruidores  e arteiros que adoram brincar de “voa na cama”!  😀

Vila Velha, finalmente!

Máquina fotográfica só, não! Ainda levei a tiracolo: marido, pai e mãe! 😀  Afinal, morando há praticamente cinco anos em Ponta Grossa (Paraná) era uma vergonha que eu ainda não tivesse ido conhecer o Parque Estadual Vila Velha!

Devia ter ido mais cedo…

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Dica:  quem quiser visitar o Parque, que fica a 15 minutos de carro de Ponta Grossa e, de Curitiba a 1hora e meia, pode ver mais informações clicando aqui!

Dica 2: como sempre, clique nas fotos para vê-las ampliadas.

 

 

Os carrinhos e a profundidade de campo…

É, as fotos aqui da FotoLândia sempre pendem para esse lado lúdico, fantasioso e até sobrenatural algumas vezes né! E hoje vou aproveitar duas fotos bem lúdicas, que fiz para a banca de final de semestre do curso, para contar para os passantes sobre um efeito que se chama Profundidade de Campo.

Olhem as duas fotos abaixo, com enquadramentos quase idênticos, mas uma diferença crucial! Na primeira foto, tudo é nítido e na segunda, apenas o primeiro carrinho, amarelo, é totalmente nítido. O segundo, azul, começa a peder a foco, enquanto o terceiro, verdinho, é quase um borrãozinho!!!

Como fazer isso em casa? Três fatores influenciam a profundidade de campo em uma foto: distância focal, abertura do diafragma e distância. Não vou explicar os três conceitos mais profundamente aqui, pois são muito técnicos e, acredito eu, mataria os passantes de tédio. Então vamos direto para a prática!

Com uma máquina compacta, como a que você tem em casa, caro leitor, você não poderá controlar a abertura do difragma, que seria o elemento mais importante! Mas você ainda controla a distância focal (grosseiramente: seu zoom*) e a distância entre você e o objeto fotografado.

Quando quiser que as fotos tenham o efeito borrado da segunda foto dos carrinhos, você não deve usar o zoom de maneira alguma e deve se aproximar o máximo possível do objeto da foto. Não esqueça o mais importante: faça o foco corretamente pois é sua forma de explicar para a máquina qual a parte da foto que você quer nítida. Todas as máquinas digitais funcionam da mesma maneira: você aperta o botão do disparador até a metade, mirando no objeto e, geralmente, a máqina faz um “bipe” ou aparece algo verdinho (o que significa que ela conseguiu focar) daí sim você termina de apertar o disparador. Isso é básico e imprescindível para qualquer tipo de foto, tá!

Exemplo prático: eu mirei no carrinho amarelo, apertei o botão até a metade, tirei o carrinho do centro da foto sem soltar o botão (veja que ele não está centralizado, mas está perfeitamente em foco) e aí sim, terminei de apertar, ou seja, “disparei” a foto para valer.

Fácil, não? Quem tentar em casa e conseguir, manda a foto aqui para FotoLândia! 🙂

Carrinhos - Alta Profundidade de Campo

 

 

Carrinhos - Baixa Profundidade de Campo

 

 

* usem sempre e somente o zoom óptico tá pessoal, zoom digital desativem que só estraga as fotos!

Dica: clique nas fotos para vê-las ampliadas.

Dica 2: aprenda a focar antes de fotografar, leia o manual da sua câmera. 😀

 

 

Ser humano arrogante…

Dessa vez eu nem sei por onde começar.  Mas vou gritar e desabafar. Quero mostrar as fotos para vocês… quero mostrar para todo mundo! Mas também tenho que avisar que não são fotos adequadas para todos, ok! Cuidado, por exemplo, com crianças por perto.


Já tinha algum tempo que eu vinha pensando em fotografar animais mortos. Isso mesmo, caro leitor, porque fotografia não é só beleza, florzinha e natureza. Fotografia também pode, e deve, ter função social e de denúncia. Eu já tinha, inclusive, conversado com a profe Michelle lá do curso a respeito. Mas sabe qual era o problema leitor? Essa “patricinha”, burguesa e mimadinha aqui, não tinha coragem para parar o carro e apontar a câmera para um animal morto, defigurado e apodrecendo na beira de uma rodovia, por exemplo! – Não vou conseguir olhar! Eu pensava… Como diz o velho ditado: a vida ensina.

Hoje, depois de um longo dia de serviço, ia eu voltando para casa e, ao entrar numa avenida (para aqueles de Ponta Grossa: Av. Anita Garibaldi) enquanto ainda fazia a curva avistei um filhotinho caído e uma poça de sangue. Muito sangue para um “serzinho” daquele tamanho. E graças a Deus por essa curva: eu não pensei, parei o carro no reflexo e corri para o bichinho. Era uma fêmeazinha de cachorro, uma vira-latinha de não mais que dois ou três meses de idade! A poça de sangue escorrendo debaixo da cabecinha e as patinhas de trás ainda se mexendo. Tinha acabado de acontecer. O motorista que atropelou? Nem sinal!

Agora, imaginem alguém que não sabia nem o que pensar! Ligar para o SAMU não dava… Meu Deus, o que que eu faço!!! Peguei o celular e liguei para a veterinária que cuida da minha cachorrinha. Não havia mesmo mais o que fazer. Aqueles tremores nas perninhas eram espasmos musculares e o sangue estava saindo pela boquinha. E com aquele tanto de sangue perdido… Uma outra moça parou o carro e veio me ajudar. Mais experiente que eu, ela colocou a mão no pescocinho da menininha e constatou que ela já tinha morrido mesmo.

A mãezinha dela, magra de se ver as costelas, não saia ali do lado. E a irmãzinha quase foi atropelada enquanto estávamos ali. Para poupar vocês dos detalhes e porque eu realmente não estou no “espírito”  de desfiar aqui tudo que aconteceu depois, vou direto ao que interessa: aprendi minha lição! Isso foi a vida (ou Deus, ou como você quiser chamar, caro leitor!) me dizendo assim: larga de ser fresca e vai mostrar para as pessoas que SER HUMANO NÃO É MELHOR QUE ANIMAL, ANIMAL SÓ NÃO: QUALQUER FORMA DE VIDA. Vai fazer teu trabalho, usar as ferramentas que você tem e, pelo menos para essa cachorrinha, pelo menos para esse caso de descaso: dar um sentido a essa morte.

Então SER HUMANO ARROGANTE: a gente também é bicho e tá na hora de entender que a gente faz parte da natureza e do mundo que nos rodeia! Não somos nada a parte não! Não temos nada de especial… QUEM TE DISSE QUE A GENTE É SUPERIOR??? E cuidado, muito cuidado com a resposta, pronta e clichê que pode ter vindo a sua mente agora. Abra-a e olhe os fatos: você é bicho, não é melhor nem que uma samambaia, quanto mais que um animal com o qual você compartilha bem mais de 90% do seu DNA.

A maior prova de que não somos superiores é que esse motorista não parou para socorrer a pobre filhotinha. Quer mais provas? E caça lá é esporte, sério??? Touradas??? Nossa “farra do boi”!!! – Ah, mas é cultural…. Claro que é, algumas cultura indígenas enterram vivas suas crianças que nascem com problemas! Vamos deixar que façam… é cultural, oras! Mas isso todo mundo acha absurdo né?! Nem vou entrar no mérito sobre a forma como criamos animais e os abatemos para consumo, que isso é uma outra longa discussão, e embora eu não seja vegetariana, não sou burra também e posso ver os absurdos do nosso sistema produtivo. E os testes em animais, outra prova da nossa “grande superioridade” que não servem para absolutamente nada a não ser engordar currículos de doutores, tão inteligentes por uma lado, tão estúpidos por outro.

 

Ahhhhh…

 

Tá tudo errado, gente! Tá tudo errado… Nossa arrogância e falta de respeito vai acabar com a  nossa espécie, e quer saber: a gente só vai estar colhendo aquilo que plantou.

 

 

 

 

Pessoal de Ponta Grossa, essas cachorras, supostamente, tem dono tá! Mas se alguém tiver interesse, ou souber de alguém que tenha interesse em adotar, tanto a mãe (já está castrada e ainda é quase uma filhota) quanto a filhotinha sobrevivente é só entrar em contato que pode ser arranjado! A gente faz “mutirão”, ajuda a castrar, dar as vacinas e tudo que elas precisarem para que tenham um lar decente.

PS: as fotos são de celular pessoal e eu baixei a resolução também, pois são imagens fortes. Nenhum tipo de tratamento nas imagens.

 

 

Asfalto que brilha…

Desnecessário dizer que, para se conseguir fotos assim, tem de arriscar o pescoço !!! 😀  Os caminhões passavam numa velocidade que o vento produzido por eles balançava fotógrafa, câmera, sobretudo e tudo o mais… Mas valeu a pena! O asfalto na contra-luz da manhã brilhava como se fosse feito de diamantes!

Essas, com certeza, são as estradas que te trazem aqui para FotoLândia, caro passante! Bem-vindo!

 

 

Dica: clique para ver as fotos ampliadas!

FotoLândia orgulhosamente apresenta, na passarela…

Quando uma amiga me ligou convidando para um desfile de modas beneficente que ela estava ajudando a organizar… fiquei super empolgada!

Mas é claro que não demorou muito e já bateu a realidade: – Que responsa, heim! 😀 Mas que oportunidade para aprender também!

E saí a caça das informações: uma coisa com um professor, outra com outro, mais um pouquinho da internet e “voilà”…  algumas fotos aí em baixo!

 

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Você estava por lá? Quer o arquivo completo com todas as fotos do defile? Clique AQUI para baixá-lo!

Trabalho de verdade…

… foi o que o Professor Luc pediu para minha turma na matéria de Fotografia PB (Preto e Branco, para os passantes não tão íntimos! 😀 ). Ele pediu uma releitura de uma fotografia em PB e até aí, tudo bem! O detalhe: em FILME!

Para quem possa ter pensado: – Ah, não pode ser tão difícil assim! Eu digo: engano seu!

Depois de dois filmes perdidos em duas tentativas com máquinas diferentes, muita ansiedade (afinal, revelar um filme leva um tempinho!), frustação e nervosismo… finalmente joguei o lenço e pedi ajuda profissional! E foi aí que o S. Domingos entrou em ação! Se não fosse a ajuda dele e da modelo favorita aqui da FotoLândia: Célia, esse trabalho não teria saído! Muito obrigada aos dois!

E o resultado de todo esse TRABALHO vocês conferem aqui! Espero que gostem!

 

Foto Original de Juliana Hoppe (Cliquem na foto para irem para o site de Altair Hoppe)

Releitura entregue!

 

 

Mas essa foi a favorita!

 

E uma propagandinha básica, para quem mora em PG: Foto Elite, pessoal! Além de ter a grande experiência do S. Domingos, ainda é o ÚNICO – acreditem, eu procurei! – foto da cidade onde achei filme PB para vender! Vale a pena… na Francisco Ribas, uma quadra antes da Caixa econômica! 😉

Célia e S. Domingos: se não fosse vocês, heim!

O Mercado Municipal de Curitiba!

A agitação, a correria, as cores… a vida do Mercadão Municipal! Sejam bem-vindos.

Mercado Municipal de Curitiba

Mercado Municipal de Curitiba

Mercado Municipal de Curitiba

Mercado Municipal de Curitiba

Mercado Municipal de Curitiba

Dica: clique nas fotos para vê-las ampliadas

Cores…

Atenção passantes: Não! A fotolândia ainda não virou uma cidade fantasma dos filmes de “faroeste”! 😀

Logo logo teremos aqui um ensaio fotográfico feito no Mercadão Municipal de Curitiba! Aguardem e, enquanto isso, fiquem com uma foto alegre, simples e totalmente colorida! Espero que gostem!


Meu primeiro retrato…

… foi da Dona Maria de Lourdes!

Está certo, eu já fotografei rostos antes, principalmente nos books que fiz para amigas, dezenas de vezes! Mas fotografar rostos é uma coisa, fazer um retrato é outra. Pela primeira vez, eu fiz um retrato de verdade. Meio “sem querer querendo” foi assim que aconteceu:

Saímos da escola para tirar umas fotos (novidade! 🙂 ) e fomos seguindo a rua tranquila na tarde quente de domingo. Descemos a rua por cerca de meia hora e começamos a voltar. Eu fiquei para trás e, quando passava por mais uma das muitas casas locais,  uma senhora que estava ao portão me perguntou o que estávamos fazendo.

Eu contei que éramos estudantes de fotografia daquela escola logo ali na frente. E ela me contou que uma moça tinha tirado uma foto dela. Percebi que ela iria gostar de ter aquela foto e me ofereci para descobrir quem havia batido e também para fazer mais uma foto. Ela gostou da idéia, percebi na hora. Passou as mãos pelos cabelos, ajeitando-os, e apoiou o rosto na mão fazendo uma pose.

Foi um momento simples. Eu olhei o fotômetro pelo visor, enquadrei,  ajustei velocidade e abertura e bati a foto.

Foi tão rápido… na hora, só olhei para o LCD para conferir a exposição e mostrar para a Dona Maria de Lourdes como havia ficado. Ela ficou meio na dúvida, mas não quis pedir para eu tirar outra, percebi. E eu também tinha de correr para alcançar os colegas. Anotei o email da filha dela e fui embora.

A grande surpresa veio quando baixei a foto.

Fiquei olhando os cabelos, a mão com as unhas bem feitinhas, o rosto com as marcas da experiência (não é um eufemismo, caro leitor passante, eu quis mesmo dizer experiência ao invés de idade!)… e me peguei pensando se a Dona Maria de Lourdes (nome que eu só descobri depois, trocando emails com a filha dela) sabe quão bonita ela é.

Não é aquela beleza clichê e despersonalizada das revistas e outdoors por aí. É aquela beleza humana do olhar doce, do sorriso leve, da expressão calma… beleza que passa batido no dia-a-dia, que passou batido para mim quando fiz aquele retrato.

Feliz e grande supresa! De todas as fotos, a mais intinstiva foi a melhor. Às vezes, o melhor a fazer é não pensar (embora a engenheira em mim relute muito contra isso! :D) . Às vezes o melhor a fazer é só sentir e se deixar levar. Dona Maria de Lourdes me atraiu como um íman para um retrato que valeu a tarde, o final de semana… não sei não se não valeu o mês, viu!

Obrigada, Dona Maria de Lourdes, a senhora é muito linda!


Dona Maria de Lourdes

O Post sem Foto!

– E aí, como vai o curso?

– Muito bem, obrigada!

ou  ainda…

– Uma delícia, não vejo a hora de chegar o próximo final de semana!

Respostas padrão.

É claro, são encontros rápidos de corredor, de esquina, de mercado. Pergunta gentil para ser educado, resposta padrão para ser simpática!

A resposta certa na verdade é:

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Eu sei que você, caro leitor passante, não esperava por isso.  Mas eis a realidade!

Esse “ah” tão longo e angustiado é meu desabafo.

Quanto mais aprendo e mais me encanto, melhor percebo quanto estou longe de fotografar alguma coisa! Aprender mais está criando em mim essa consicência (odiosa!) da distância entre o que pode ser e o que é, de fato.

Eu sei que tudo na vida é assim, mas essa pessoa ingênua aqui, teve esperanças de que fosse ser “menos pior” com a tal da fotografia! Sabe-se Deus por quê!

O fato é que, como todo o resto na vida, teoria é uma coisa, prática é outra.

Meu “processo fotográfico” tem evoluído, é claro, com toda essa base teórica e cada vez mais prática, mas no momento, sinto que anda assim:

Penso, penso, penso. Fotografo. Descubro que fiz algo errado. Fotografo novamente. Vejo (pelo pequeno LCD) que o resultado não era bem o que eu queria. Volto a pensar, pensar e pensar. Fotografo de novo. Baixo a foto para o computador. Abro. É LIXO. DELETO.

Desesperador. Você pode até achar que é exagero meu. Mas só acha isso porque não viu meu trabalho de PB (Preto e Branco) da penúltima aula. Reforço: desesperador.

E você pode estar pensando também que estou sendo muito auto-crítica. Aí você acertou! Afinal, não é a cobrança dos professores que me fará crescer, é a minha própria cobrança.

De qualquer maneira, estou brava comigo por não conseguir algo descente ultimamente. E por isso esse post não tem foto. Só escrevo outro post quando conseguir algo ligeiramente próximo de uma fotografia!

Nada. Por Ana Paula Aletto!

Nota: Por favor, nada de comentários piedosos nesse post, poupem essa pobre fotógrafa medíocre de ter de respondê-los com falsas expressões de empolgação e esperança! Grata!