Blind Guardian Brasil

Fã de verdade tem os álbuns originais, DVDs, autógrafos, fotos com “os caras”… e até camiseta!!!  😀

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Camiseta do Blind Guaridan Brasil – Frente

 

 

Camiseta do Blind Guaridan Brasil – Costas

Divagações analógicas…

Tudo começou quando ganhei um câmera Yashica J – pasmem, da década de 60! Toda manual, um charme… –  do meu bom amigo e colega de trabalho, Robinson. Era para eu fazer um trabalho para o curso e era para ser feito em película, ou seja, nosso velho amigo filme. Na época, testei a câmera mas o filme saiu virgem… foi uma decpção! Mas eu tinha o trabalho para fazer e mais toda a correria do curso… acabei deixando a câmera de lado.

O curso terminou e eu lembrei da pobrezinha abandonada lá no armário. Quem diria que um pequeno parafuso poderia fazer tanta diferença! A câmera agora funciona! Não como antigamente, claro, muitas fotos não saem pois as velhas palhetas do obturador estão um pouco “enferrujadas”: as vezes não abrem, as vezes não fecham! 😀 Mas as fotos que saem ficam… bem, ficam assim!

 

 

Rio Tibagi

 

 

 

Rio Tibagi

 

 

 

Ladeira do Paredão

 

 

 

Ladeira do Paredão

 

 

 

Tibagi

 

 

E podem aguardar que muitas outras fotos analógicas vem por ai!

Agradecimentos mais que especiais ao Robinson, pela câmera mais que charmosa e especial, e ao S. Domingos que, com sua experiência, me ajudou a desvendar os mistérios da Sra. Yashica J e colocá-la de volta “na ativa”-  aliás, sua primeira câmera fotográfica foi uma dessas!

PS: clique nas fotos para vê-las ampliadas.

PS 2: Filme utilizado, Ilford P&B, ISO 100.

Blind Guardian!

The Bard's Night - Curitiba - 25 de abril de 2012

 

Eu tremia, errei foco, cortei gente… foi um fiasco! As fotos que sairam são meramente apresentáveis, nada mais que isso. Devo desculpas ao pessoal que fotografei nesse dia memorável! E sei que eles irão me perdoar, afinal de contas, veja minha situação: eu estava fotografando meus amigos com os músicos do Blind Guaridan!

Quanto a já citada banda alemã de Power Metal, dispenso os comentários. Se você, caro passante, ainda não conhece, então também não conhece o que é música. Experimente! 😉

Já quanto ao Show realizado por eles nessa quarta-feira em Curitiba tenho apenas um comentário: espetacular. Só quem estava lá pode entender. E a bandeira do Blind Guardian Brasil estava lá no palco graças ao fã mais “cara-de-pau” de todos os tempos, Mr. Virgílio Mirkoski! Que, além da bandeira, ainda presenteou cada um dos membros da banda, em nome do Blind Guaridan Brasil, com uma das concorridíssimas Das Bard. Nossos, agradecimentos, Vir!

 

 

Blind Guardian: Brazil loves you!

 

 

Outra pessoa que merece um obrigada para lá de especial é a Frances, que me ajudou a “contrabandear” minha DSLR (minha câmera grandona!) na sua super mochila, mais útil e incrível que o próprio cinto de utilidades do Batman! 😀 Graças a ela, não tive de passar outro show fotografando com uma compacta! Valeu Frances!

 

 

 

 

E agora, o momento mais esperado: as fotos com Andre, Marcus e Hansi!

Para baixar as fotos, pessoal, cliquem sobre elas. Assim que abrir a versão ampliada (esperam carregar completamente), cliquem com o botão direito sobre a imagem e cliquem em “Salvar Como”.

Hansi com a cerveja "Das Bard" do Vir na mão!

 

A Saga da Cerveja!

Foi mesmo uma saga! É uma saga a cada vez que tenho que fotografar algo em “estúdio”, pois é claro, a amadora aqui, não tem um estúdio de verdade!

No entanto, se teve algo útil que aprendemos com nosso querido Professor Pardal, ops, Ulysses, nas aulas  da escola Portfólio foi a improvisar! E improvisando um estúdio no quarto de visitas (quando não temos visitas, claro! 😉 ) até que as fotos saem. 

Dessa vez, a “vítima” foi a cerveja artesanal que meu esposo preparou para uma ocasião especial: a “The Bard’s Night”. Para os headbangers de plantão, espiem no site do Blind Guardian Brasil.

 

 

Das Bard - Cerveja Weiss Artesanal

 

 

E eu sei que parece muuuuito fácil, mas fazer uma foto dessas não tem nada de simples mesmo… que o diga o pobre quarto/estúdio que terminou “virado no quê que é isso”! 😀

 

 

 

Me indica uma câmera profissional…

Nem lembro mais quantas vezes eu respondi: – Não, você não quer uma câmera profissional, acredite! 😀 E para poupar maior trabalho, resolvi escrever esse artigo onde resumi, a grosso modo, os principais tipos de câmeras para que quem quer escolher um novo modelo possa tomar uma boa decisão. E se mesmo depois da leitura ainda restarem dúvidas, é só escrever!

 

 

Não quero adentrar em marcas ou modelos específicos, apenas nos tipos de câmeras, mas uma observação sobre marcas é importante. As melhores câmeras são, de longe, as Nikons e Canons, em qualquer nível. Eu, particularmente, não gosto e nunca recomendo Sonys (nem para compactas, muito menos para maiores!). Uma marca alternativa que eu recomendo para compactas é a Cassio, baratinhas e muito boas, tenho uma que não sai da minha bolsa.

Dito isto, vamos dividir aqui as câmeras em dois grandes grupos: Point-and-Shoot e DSLR. Point-and-shoot, traduzindo literalmente, significa “aponte e dispare” e pertencem a essa grupo as compactas e compactas avançadas. Já as DSLRs (Digital Single-lens Reflex) ou Reflex são as câmeras que tem um sistema de reflexão de imagem com espelho, daí o Reflex, e lentes intercambiáveis. São as Semi e as Profissionais. Explicando um pouco melhor cada grupo:

 

COMPACTAS: são essas que quase todo mundo tem em casa e que fazem quase tudo sozinhas, sem que seja necessário se entender nada de fotografia, apenas dar uma boa lida no manual.

 

COMPACTAS AVANÇADAS: essas tem todas as funções automáticas das compactas e mais muitas opções manuais, além de qualidade extra na imagem muitas vezes. É o tipo de câmera recomendada para alguém que começa a entender melhor como uma câmera funciona e já se arrisca um pouco no modo manual, que já tem algumas noções a mais de fotografia e começa a ficar mais exigente. Essas câmeras tem lentes fixas (ou seja, não trocam) e geralmente vem com excelentes zoons ópticos (nunca usem zoom digital, passantes… NUN-CA!rsrs). Os preços são interessantes e bem acessíveis e os modelos bastante variados. Embora um pouco maiores que as compactas, essas são máquinas que ainda são fáceis de se levar por aí, ou carregar na bolsa!

 

SEMIPROFISSIONAIS: a partir daqui o custo começa a ficar um pouco mais alto! As Semi já são DSLRs e você começa a comprar a câmera por partes : corpo, lentes, flashs, quase tudo separado!  Também comece a considerar que a câmera já não é mais tão portável, pois elas começam a ficar grandes, pesadas e desajeitas, além das partes sobressalentes que você vai querer levar junto. No entanto, a qualidade de imagem já é muito superior e há a possibilidade de controle total das funções da câmera (abertura do diafragma, velocidade de obturação, sincronizão de flash, etc). Aqui também já se tem a opção de fotografar em RAW, ao invés de apenas JPG. Isso é uma vantagem bastante grande, mas para fazer uso desse recurso é necessário dominar o básico de algum software de manipulação de imagens, além de ter um computador que “aguente o tranco” desses softwares e que tenha espaço de sobra no HD, pois uma imagem em RAW chega a pesar 10 vezes mais que uma JPG facilmente.

 

PROFISSIONAIS: custam o preço de um carro usado, não tem praticamente nada de automático, a maioria dos modelos nem flash embutido tem, sendo necessário adquirir um flash dedicado além de serem realmente grandes e pesadas. Eu não recomendaria nunca para ninguém que não vá trabalhar com uma, preferencialmente dentro de um estúdio.

 

Apresentados os tipos de câmeras, minha dica é, para quem quer se iniciar nesse mundo mágico da fotografia, comece com uma compacta – pode ser aquela que você já tem em casa mesmo! – , leia o manual, domine-a e depois sim, migre para um compacta avançada e daí por diante. Também é importante pesquisar e ler a respeito das coisas mais básicas como: FOCO, Exposição, Composição, Balanço de Brancos, Flash, etc. Entendo um pouco mais do assunto se faz “horrores” com uma compacta mesmo… o segredo nunca está na câmera, o segredo é o fotógrafo: sua sensibilidade e olhar, sempre!

Sobre a Ana… Sobre a Paula: as fotos!

Finalmente pessoal!

Desde que eu escrevi o texto “Sobre a Ana… Sobra a Paula!” – curiosamente um dos textos mais “badalados” do blog ! –  que eu tinha vontade de colocar umas fotos para ilustrar o texto. Cheguei até a colocar alguma coisa uma vez mas, aquelas ainda não eram “AS” fotos, se é que me entendem… no final, preferi deixar sem nada.

Um dia, então, na matéria de Fotografia Autoral do curso que faço na Escola Portfólio, a Profe Gabi (chequem só o blog dela: http://gabrielaleirias.wordpress.com/) nos desafiou com um trabalho de autoretrato. E quando eu digo “desafiou”, não estou exagerando, porque para mim foi realmente um desafio.

Indecisa como sou, não conseguia chegar a um idéia: como fotografar a Ana e a Paula? Pensei e pensei, mas no final o resultado veio quase que naturalmente! Acabei fazendo três sessões com fotos completamente diferentes para conseguir as fotos que eu queria: a visão da Ana, a visão da Paula e a visão da Ana Paula! É… vocês vão entender melhor quando assistirem o vídeo com o resultado do trabalho!

Ah, mas antes disso, queria deixar aqui meu agradecimento mais que especial aos meus ajudantes: Célia e Ariela (as super amigas), Bita e Bitão (meus “veínhos”) e Vei e Amarula (minha “matilha”)! As fotos em que vocês verão duas de mim mesma não são montagens. Essas fotos foram feitas usando uma técnica bem trabalhosa e demorada e, para cada umas delas eram necessárias duas pessoas trabalhando, no mínimo, além de mim mesma. Esse trabalho não teria saído sem a ajuda e paciência desses ajudantes! 😀

Para finalizar, fica um “tira gosto” aqui na nesse post, mas o vídeo com o trabalho completo e a perfeitíssima trilha sonora do Blind Guardian vocês checam na página “Sobre a Ana… Sobra a Paula!”, afinal, tinha de ser lá, não é mesmo!

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Paula

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Ana

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Ana Paula

 

 

Atendendo a pedidos…

… colocamos aqui na FotoLândia a foto que andou fazendo o maior sucesso no FaceBook!

 

Amarula, a beagle voadora!

 

PS: Me sinto na obrigação de informar que ela adora isso tá! A cara de “pobre coitada” é apenas a genética resultante da evolução e servia para que a gente acreditasse que eles eram um coitadinhos, ficássemos com dó e lhes déssemos comida (quanto mais cara de “coitado”, maiores a chances de sobreviver e se reproduzir, capitaram? 😉  ) sem saber que dentro desses, supostamente, doces cachorrinhos moram monstrinhos bagunceiros, destruidores  e arteiros que adoram brincar de “voa na cama”!  😀

Ser humano arrogante…

Dessa vez eu nem sei por onde começar.  Mas vou gritar e desabafar. Quero mostrar as fotos para vocês… quero mostrar para todo mundo! Mas também tenho que avisar que não são fotos adequadas para todos, ok! Cuidado, por exemplo, com crianças por perto.


Já tinha algum tempo que eu vinha pensando em fotografar animais mortos. Isso mesmo, caro leitor, porque fotografia não é só beleza, florzinha e natureza. Fotografia também pode, e deve, ter função social e de denúncia. Eu já tinha, inclusive, conversado com a profe Michelle lá do curso a respeito. Mas sabe qual era o problema leitor? Essa “patricinha”, burguesa e mimadinha aqui, não tinha coragem para parar o carro e apontar a câmera para um animal morto, defigurado e apodrecendo na beira de uma rodovia, por exemplo! – Não vou conseguir olhar! Eu pensava… Como diz o velho ditado: a vida ensina.

Hoje, depois de um longo dia de serviço, ia eu voltando para casa e, ao entrar numa avenida (para aqueles de Ponta Grossa: Av. Anita Garibaldi) enquanto ainda fazia a curva avistei um filhotinho caído e uma poça de sangue. Muito sangue para um “serzinho” daquele tamanho. E graças a Deus por essa curva: eu não pensei, parei o carro no reflexo e corri para o bichinho. Era uma fêmeazinha de cachorro, uma vira-latinha de não mais que dois ou três meses de idade! A poça de sangue escorrendo debaixo da cabecinha e as patinhas de trás ainda se mexendo. Tinha acabado de acontecer. O motorista que atropelou? Nem sinal!

Agora, imaginem alguém que não sabia nem o que pensar! Ligar para o SAMU não dava… Meu Deus, o que que eu faço!!! Peguei o celular e liguei para a veterinária que cuida da minha cachorrinha. Não havia mesmo mais o que fazer. Aqueles tremores nas perninhas eram espasmos musculares e o sangue estava saindo pela boquinha. E com aquele tanto de sangue perdido… Uma outra moça parou o carro e veio me ajudar. Mais experiente que eu, ela colocou a mão no pescocinho da menininha e constatou que ela já tinha morrido mesmo.

A mãezinha dela, magra de se ver as costelas, não saia ali do lado. E a irmãzinha quase foi atropelada enquanto estávamos ali. Para poupar vocês dos detalhes e porque eu realmente não estou no “espírito”  de desfiar aqui tudo que aconteceu depois, vou direto ao que interessa: aprendi minha lição! Isso foi a vida (ou Deus, ou como você quiser chamar, caro leitor!) me dizendo assim: larga de ser fresca e vai mostrar para as pessoas que SER HUMANO NÃO É MELHOR QUE ANIMAL, ANIMAL SÓ NÃO: QUALQUER FORMA DE VIDA. Vai fazer teu trabalho, usar as ferramentas que você tem e, pelo menos para essa cachorrinha, pelo menos para esse caso de descaso: dar um sentido a essa morte.

Então SER HUMANO ARROGANTE: a gente também é bicho e tá na hora de entender que a gente faz parte da natureza e do mundo que nos rodeia! Não somos nada a parte não! Não temos nada de especial… QUEM TE DISSE QUE A GENTE É SUPERIOR??? E cuidado, muito cuidado com a resposta, pronta e clichê que pode ter vindo a sua mente agora. Abra-a e olhe os fatos: você é bicho, não é melhor nem que uma samambaia, quanto mais que um animal com o qual você compartilha bem mais de 90% do seu DNA.

A maior prova de que não somos superiores é que esse motorista não parou para socorrer a pobre filhotinha. Quer mais provas? E caça lá é esporte, sério??? Touradas??? Nossa “farra do boi”!!! – Ah, mas é cultural…. Claro que é, algumas cultura indígenas enterram vivas suas crianças que nascem com problemas! Vamos deixar que façam… é cultural, oras! Mas isso todo mundo acha absurdo né?! Nem vou entrar no mérito sobre a forma como criamos animais e os abatemos para consumo, que isso é uma outra longa discussão, e embora eu não seja vegetariana, não sou burra também e posso ver os absurdos do nosso sistema produtivo. E os testes em animais, outra prova da nossa “grande superioridade” que não servem para absolutamente nada a não ser engordar currículos de doutores, tão inteligentes por uma lado, tão estúpidos por outro.

 

Ahhhhh…

 

Tá tudo errado, gente! Tá tudo errado… Nossa arrogância e falta de respeito vai acabar com a  nossa espécie, e quer saber: a gente só vai estar colhendo aquilo que plantou.

 

 

 

 

Pessoal de Ponta Grossa, essas cachorras, supostamente, tem dono tá! Mas se alguém tiver interesse, ou souber de alguém que tenha interesse em adotar, tanto a mãe (já está castrada e ainda é quase uma filhota) quanto a filhotinha sobrevivente é só entrar em contato que pode ser arranjado! A gente faz “mutirão”, ajuda a castrar, dar as vacinas e tudo que elas precisarem para que tenham um lar decente.

PS: as fotos são de celular pessoal e eu baixei a resolução também, pois são imagens fortes. Nenhum tipo de tratamento nas imagens.

 

 

Trabalho de verdade…

… foi o que o Professor Luc pediu para minha turma na matéria de Fotografia PB (Preto e Branco, para os passantes não tão íntimos! 😀 ). Ele pediu uma releitura de uma fotografia em PB e até aí, tudo bem! O detalhe: em FILME!

Para quem possa ter pensado: – Ah, não pode ser tão difícil assim! Eu digo: engano seu!

Depois de dois filmes perdidos em duas tentativas com máquinas diferentes, muita ansiedade (afinal, revelar um filme leva um tempinho!), frustação e nervosismo… finalmente joguei o lenço e pedi ajuda profissional! E foi aí que o S. Domingos entrou em ação! Se não fosse a ajuda dele e da modelo favorita aqui da FotoLândia: Célia, esse trabalho não teria saído! Muito obrigada aos dois!

E o resultado de todo esse TRABALHO vocês conferem aqui! Espero que gostem!

 

Foto Original de Juliana Hoppe (Cliquem na foto para irem para o site de Altair Hoppe)

Releitura entregue!

 

 

Mas essa foi a favorita!

 

E uma propagandinha básica, para quem mora em PG: Foto Elite, pessoal! Além de ter a grande experiência do S. Domingos, ainda é o ÚNICO – acreditem, eu procurei! – foto da cidade onde achei filme PB para vender! Vale a pena… na Francisco Ribas, uma quadra antes da Caixa econômica! 😉

Célia e S. Domingos: se não fosse vocês, heim!

Meu primeiro retrato…

… foi da Dona Maria de Lourdes!

Está certo, eu já fotografei rostos antes, principalmente nos books que fiz para amigas, dezenas de vezes! Mas fotografar rostos é uma coisa, fazer um retrato é outra. Pela primeira vez, eu fiz um retrato de verdade. Meio “sem querer querendo” foi assim que aconteceu:

Saímos da escola para tirar umas fotos (novidade! 🙂 ) e fomos seguindo a rua tranquila na tarde quente de domingo. Descemos a rua por cerca de meia hora e começamos a voltar. Eu fiquei para trás e, quando passava por mais uma das muitas casas locais,  uma senhora que estava ao portão me perguntou o que estávamos fazendo.

Eu contei que éramos estudantes de fotografia daquela escola logo ali na frente. E ela me contou que uma moça tinha tirado uma foto dela. Percebi que ela iria gostar de ter aquela foto e me ofereci para descobrir quem havia batido e também para fazer mais uma foto. Ela gostou da idéia, percebi na hora. Passou as mãos pelos cabelos, ajeitando-os, e apoiou o rosto na mão fazendo uma pose.

Foi um momento simples. Eu olhei o fotômetro pelo visor, enquadrei,  ajustei velocidade e abertura e bati a foto.

Foi tão rápido… na hora, só olhei para o LCD para conferir a exposição e mostrar para a Dona Maria de Lourdes como havia ficado. Ela ficou meio na dúvida, mas não quis pedir para eu tirar outra, percebi. E eu também tinha de correr para alcançar os colegas. Anotei o email da filha dela e fui embora.

A grande surpresa veio quando baixei a foto.

Fiquei olhando os cabelos, a mão com as unhas bem feitinhas, o rosto com as marcas da experiência (não é um eufemismo, caro leitor passante, eu quis mesmo dizer experiência ao invés de idade!)… e me peguei pensando se a Dona Maria de Lourdes (nome que eu só descobri depois, trocando emails com a filha dela) sabe quão bonita ela é.

Não é aquela beleza clichê e despersonalizada das revistas e outdoors por aí. É aquela beleza humana do olhar doce, do sorriso leve, da expressão calma… beleza que passa batido no dia-a-dia, que passou batido para mim quando fiz aquele retrato.

Feliz e grande supresa! De todas as fotos, a mais intinstiva foi a melhor. Às vezes, o melhor a fazer é não pensar (embora a engenheira em mim relute muito contra isso! :D) . Às vezes o melhor a fazer é só sentir e se deixar levar. Dona Maria de Lourdes me atraiu como um íman para um retrato que valeu a tarde, o final de semana… não sei não se não valeu o mês, viu!

Obrigada, Dona Maria de Lourdes, a senhora é muito linda!


Dona Maria de Lourdes

O Post sem Foto!

– E aí, como vai o curso?

– Muito bem, obrigada!

ou  ainda…

– Uma delícia, não vejo a hora de chegar o próximo final de semana!

Respostas padrão.

É claro, são encontros rápidos de corredor, de esquina, de mercado. Pergunta gentil para ser educado, resposta padrão para ser simpática!

A resposta certa na verdade é:

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Eu sei que você, caro leitor passante, não esperava por isso.  Mas eis a realidade!

Esse “ah” tão longo e angustiado é meu desabafo.

Quanto mais aprendo e mais me encanto, melhor percebo quanto estou longe de fotografar alguma coisa! Aprender mais está criando em mim essa consicência (odiosa!) da distância entre o que pode ser e o que é, de fato.

Eu sei que tudo na vida é assim, mas essa pessoa ingênua aqui, teve esperanças de que fosse ser “menos pior” com a tal da fotografia! Sabe-se Deus por quê!

O fato é que, como todo o resto na vida, teoria é uma coisa, prática é outra.

Meu “processo fotográfico” tem evoluído, é claro, com toda essa base teórica e cada vez mais prática, mas no momento, sinto que anda assim:

Penso, penso, penso. Fotografo. Descubro que fiz algo errado. Fotografo novamente. Vejo (pelo pequeno LCD) que o resultado não era bem o que eu queria. Volto a pensar, pensar e pensar. Fotografo de novo. Baixo a foto para o computador. Abro. É LIXO. DELETO.

Desesperador. Você pode até achar que é exagero meu. Mas só acha isso porque não viu meu trabalho de PB (Preto e Branco) da penúltima aula. Reforço: desesperador.

E você pode estar pensando também que estou sendo muito auto-crítica. Aí você acertou! Afinal, não é a cobrança dos professores que me fará crescer, é a minha própria cobrança.

De qualquer maneira, estou brava comigo por não conseguir algo descente ultimamente. E por isso esse post não tem foto. Só escrevo outro post quando conseguir algo ligeiramente próximo de uma fotografia!

Nada. Por Ana Paula Aletto!

Nota: Por favor, nada de comentários piedosos nesse post, poupem essa pobre fotógrafa medíocre de ter de respondê-los com falsas expressões de empolgação e esperança! Grata!

Os grandalhões do futebol americano!

E era cada cara enOoOoOrme que dava até medo! Eu ficava me perguntando se eles eram mesmo todos grandalhões ou se era aquele uniforme (design provavelmente baseado nas antigas armaduras medievais! 😉 ) que os fazia parecer daquele tamanho!

Eles conversavam bastante entre as jogadas, não faço a mínima idéia do porquê, mas quando jogavam era como se, bem, você esperava um pequeno tremor de terra vindo daquelas trombadas!

Por sorte, e juízo obviamente, estávamos mantendo uma distância segura e fotografando o jogo de longe! Não sentíamos os tremores… não fisicamente! 😀

De repente um dos jogadores veio até nós. Ele estava sem o capacete, mas juro que fiquei esperando ouvir a voz do “Darth Vader”! Que nada… ele veio, gentilmente, nos pedir que lhe enviássemos as fotografias! Muito simpático o Leandro e, pelo jeito, todos os jogadores! Inofensivos apesar da primeira impressão! 😀

Preparar...

 

Ação!

Dica: clique nas fotos para vê-las ampliadas!

Novas estradas para a FotoLândia!

Atenção passantes! Foram criadas duas novas estradas (bem conservadas e sem pedágios! 😀 ) para que você chegue aqui na FotoLândia de forma mais segura e confortável ainda!

Além da estrada orginal, https://anapaulaaletto.wordpress.com, um pouco “complicadinha” para a gente se lembrar, agora pode-se chegar aqui também através de:

lanafotolandia.com (Lá na FotoLândia . com) e

anapaulaaletto.com (Ana Paula Aletto . com).

Com “www” ou  sem “www”, com “http://” ou  sem “http://”! Tudo para descomplicar… Bem mais fácil de lembrar e rapidinho de digitar! 😉

Informativo FotoLândia!

Caros passantes, temos mais uma novidade no Blog: estrelinhas! 😀

Agora, no final de cada post e página da FotoLândia vocês encontram essa escala de estrelinhas (fofo, não? 😉 ) para deixarem sua opnião a respeito do que acabaram de ler e ver. Quanto mais estrelinhas, mais vocês gostaram!

 Vocês podem começar a treinar, votando nesse post mesmo. E ai, o que acharam? Votem aqui embaixo:

O “city tour” da FotoLândia…

A página de apresentação da FotoLândia está de cara nova e queremos  convidar novatos e veteranos para um “city tour” que os levará pelos mais famosos “posts turísticos” da Terra das Imagens!

Basta clicar aqui e bom passeio…

A FotoLândia agradece!

Caro leitor, a FotoLândia acaba de chegar às 5 mil visitas!


A FotoLândia é um Blog relativamente novo. Teve seu primeiro post publicado em 31 de outubro do ano passado mas já tem atingido a média de 1.200 acessos por mês! Isso nos deixa muito felizes!

À todos os “leitores-passantes” que nos acompanham dia-a-dia passeando por aqui durante seu tempo livre e especialmente aos assinamentes da Gazeta da FotoLândia nosso feliz, MUITO OBRIGADA!


Comemorando 5 mil visitas!

O 1° dia de aula…

… e lá estava eu, sentadinha na minha carteira, caderno aberto e caneta em punho… mas não durou muito!

Em pouco tempo já estávamos para fora da sala fotografando tudo que aparecia e testando os “não-tão-recém-descobertos” controles da câmera! Quer coisa melhor que estudar fotografia numa super escola* que fica apenas duas quadras de distância do “museu do olho”** e do bosque João Paulo II???

Tudo de bom… E ainda aprendi muita coisa nova e fiz muitos amigos!

Aprendi, por exemplo, que marca de câmera fotográfica é algo a ser incluído na categoria “religião, política e futebol”, ou seja, não se discute… Mas que Nikon é melhor que Canon, é fato! 😉

Outra lição: não devo “embananar” os colegas: quanto maior o f-stop, menor a abertura da lente e maior a profundidade de campo! Tá pensando ainda? Não desista! Eu também demorei! 🙂 Quem falou que fotografia não é complicado, heim?!

Ah, e nada de “desfocar o foco”! (Tá bom, Lis! :D)

A lição final: futebol americano é um tédio! Tentamos fotografar uma partida que acontecia no parque atrás do museu. Não entendi porque eles conversavam tanto e jogavam tão pouco… Como se nós não falássemos mais do que fotografássemos também! 😉

E assim foi esse primeiro final de semana… só por favor, pessoal, não vão mostrar esse post para o professor de técnicas básicas (que ficou conosco praticamente todo o final de semana)! Ele vai pensar que de fotografia mesmo, eu acabei não aprendendo nada! E não foi bem por aí…

 

Lis, Letícia e Thaisa - Fotografia: Ana Paula, Composição: idéia do Professor Rafael

 

Dica: clique na foto para vê-la ampliada!

 

* Escola Portfólio! Quer conhecer? Clique aqui!

** Museu Oscar Niemeyer! Clique aqui!

 

Um novo Plebiscito…

… foi aberto! E você, caro passante, pode nos ajudar a decidir!

Como já é costume, três temas que foram sugeridos por leitores foram colocados na enquete! O mais votado será fotografado! E olha que os temas não estão nada fáceis… haja criatividade! 😀

Quem tem sugestão para outros temas pode colaborar registrando-os aqui: Vila dos Desafios!  Quem sabe sua sugestão não ganha nossa próxima enquete!

Agora é só votar e torcer!

 

Veja algumas fotos dos desafios anteriores:

O hobbit

Lobisomen do Arvoredo

Ligue o Flash!

Se você tem um câmera fotográfica compacta* e não é fotógrafo profissional e nem “entendido” no assunto, caro leitor, ligue o flash! E ligue já! Corra agora pegar sua máquina e descobrir como se faz isso que estou falando sérissimo. 😀

Na nossa enquete sobre quais assuntos interessavam mais aos passantes aqui da FotoLândia, o campeão foi o flash! Eu não achei que ele ganharia! Passei a pesquisar para escrever esse artigo então. Visitei diversos sites, consultei alguns livros e, depois de bastante leitura, percebi que a melhor dica que posso dar para vocês é essa: Ligue o Flash, caro leitor!

Existem, é claro, várias técnicas profissionais e interessntes para se usar o flash da melhor maneira, criar efeitos, rebater, etc, etc e etc. No entanto, para quem não é um usuário experiente e usa sua compacta  no dia-a-dia para registrar os momentos simples e especiais o FLASH DE PREENCHIMENTO (Fill flash) é o que nos interessa.

Vou dar um exemplo bem simples de um erro muito comum que vejo sempre nos orkuts e facebooks mundo virtual a fora! Veja só a foto abaixo:


Sem Flash, a luz da janela "engana" a câmera e deixa o motivo da foto "escuro"!

Nessa foto, da minha cachorrinha Amarula, o fato dela estar contra-luz (na janela) fez com que a foto ficasse “escura”  bem no ponto que nos interessa, ou seja, nela. As câmeras compactas, ou mesmo outros modelos quando selecionado o modo automático, fazem a medição da luz para poderem se “regular” (a própria câmera decide o tempo do obturador, a abertura do diafragama, o ISO, etc) e a luz forte do fundo, nesse caso, confunde a câmera que se ajusta a essa luz mais forte, fazendo com que o obejto da foto saia escuro.

A solução para o seu problema? Ligar o flash! Veja só agora:


Foto com Flash: o motivo da foto saiu nítido mesmo à contra-luz.

Esse truque pode ser usado também em outras ocasiões, como por exemplo, fotos feitas sob a luz do sol. Quando se tenta fazer um retrato de alguém sob o sol forte do meio-dia, por exemplo, as sombras no rosto das pessoas tendem a sair fortes e bem marcadas e são o que o fotógrafos chamam de “sombras duras”. Para criar um contraste, amenizar esse efeito e, consequentemente, suavizar as sombras, basta que você ligue o flash.

Claro, não dá pra esquecer que fotos feitas com flash devem manter alguma distância do objeto da foto, principalmente em casos de câmeras em que se tem pouco controle sobre a regulagem do flash, ou você terá o retrato de uma abdução (um grande clarão de luz! 😀 ) ao invés de um bom retrato! Dê uma certa distância do objeto da foto e use seu zoom óptico (nunca usem o digital, ok!).

E falando em retratos, ao fotografar pessoas, ligue o redutor de olhos vermelhos de sua câmera, pois é um recurso muito útil que atenua o problema quando não o resolve por completo. No mais, editores de fotos “free “e simples de usar terminam de solucionar o problema para você!


E para finalizar selecionei três fotos do acervo da National Geographic, lindíssimas, em que os fotógrafos se valeram do uso do flash! Aproveitem… e liguem seus flashs!


Por April Maciborka

 

Por Margaret Deaner

 

Por Gary Norbraten

* Câmera fotográfica compacta é uma dessas câmeras comuns que temos em casa.

Fran e Fabi… e a Amarula!

Era uma vez duas princesinhas lindas que eram iguaizinhas… foi assim que eu comecei a sussurar no ouvido das minhas sobrinhas e afilhadinhas Fabi e Fran e, pelo jeito, elas até gostaram!

A avó delas, D. Luzia, correu me contar: – Elas adoram histórias!

Então passei um bom tempo inventando uma (boa?) história sobre duas princesinhas, uma beagle arteira e um sapo falante!

De onde veio o sapo? Oras, os sapos são figuras clássicas nas histórias infantis… ainda são né? Posso estar desatualizada nessa área!

Quer saber, o sapo falante (o grilo fica para outra história!) vai oferecer colo para elas, se elas vierem sem chorar, não precisa nem o beijo… o sapo vira Madrinha! 😉


Fabi e a Amarula! - Por "Madinha"

 

Fran - Por "Madinha"

Dica: para ver as fotos ampliadas, clique nelas!

Lixo Extraordinário!

Atenção pessoal!

Dica quentíssima da Raquel (#amiga #colega e #leitora aqui da FotoLândia) que me mandou um e-mail com o link do trailer (abaixo!) onde dizia assim:

Assisti no sábado o documentário Lixo Extraordinário. Meu Deus, que filme lindo!
Tem arte, fotografia… não vou contar tudo senão perde a graça…

E vamos torcer pra que o Oscar seja nosso…como diz a última linha de uma crítica do filme:
“Serão, tomara, os renegados de nossa sociedade classicista os primeiros a darem ao Brasil o rótulo de vencedor do Oscar”


Torcemos para que a crítica tenha razão! 😀

 

Valeu pela dica, Raquel!

O Palácio do Diamante!

Tibagi, a terra dos Diamantes. E como diz o próprio site da prefeitura:  a melhor “cidadezinha” do Brasil. Não duvido!

Pequenininha, com cerca de 20 mil habitantes, a cidade leva o nome do rio que a ladeia. É linda, bem cuidada, charmosa, colorida e aconchegante.

Aproveitando para fazer uma “propagandinha”: Tibagi tem tudo que um turista possa querer: fica próxima ao canyon Guartelá, tem cachoeiras, lugares lindos e hotéis fazenda ma-ra-vi-lho-sos! Ah, e o Carnaval por lá é o maior agito!!!

“Vira-e-mexe” eu passo por lá. Cada vez que passo, me apaixono mais um pouquinho…

 

 

O Palácio do Diamante - Por Ana Paula

Dica: quer ver a foto ampliada? Clique nela!

O final do “causo” do atropelamento…

Continuando o “causo”…

Saímos correndo feito loucas. Peguei meu celular e liguei para a polícia que, ao invés de mandar logo o socorro, ficou fazendo perguntas! Caros leitores, sério, fiquei indignada com o tempo que demorou o socorro e com aquele policial que me atendeu, que sossego enquanto o pobre atropelado sangrava lá na nossa frente! Isso nos lembrou quando precisamos dos bombeiros no prédio onde moramos! Mais de 15 minutos para chegar! Até eu, a pé, teria chegado antes! E o prédio pegando fogo!

Continuando, o “rapagão” que dirigia, primeiro ficou preocupado com o carro para, só depois, se preocupar com o atropelado. Conversando com ele descobrimos que  já tinha perdido a carteira por excesso de multas! E estava dirigindo!!! Preciso comentar mais alguma coisa sobre o motorista?

Foi quando, no meio de toda essa loucura, o atropelado resolveu que iria se levantar e ir embora. E eu falando ao celular e dizendo para o moço ficar no chão e não se mexer, a Célia enterrada, de salto alto, naquela mal podendo se mexer e a pobre Ariella carregada com o equipamento e a maquiagem feito um burrinho de carga!

E o atropelado querendo sair correndo! Haja paciência!

Outra indignação aqui: nesse momento já tinha uma meia duzia de curiosos ali em volta. Todos homens. Mas fui eu quem teve de segurar o rapaz atropelado no chão, vocês acreditam? Caros leitores, quando os homens desse mundo ficaram, com o perdão da expressão, tão “bundões” assim? E não foi só aqui, nesse dia e incidente não, infelizmente “está” em todo lugar! Não vou nem perguntar onde está o cavalheirismo, vou perguntar onde está o bom senso e a boa educação mesmo!

Se você leitor, é homem, faça-me um favor: seja um homem. Dê seu lugar à uma pessoa idosa ou mulher com criança. Ajude alguém a carregar a mala ou sacola pesada. Acuda uma pobre fotógrafa e ajude-a a acalmar o acidentado e a fazer com que ele não se levante!

Voltando ao incidente… Pode ser que o rapagão tenha atropelado o rapaz porque estava olhando para nossa sessão de fotos? Pode sim. Mas o “isulfilm”, tão escuro quanto a noite, que ele tentou arrancar do carro antes mesmo de socorrer o atropelado não melhorou sua visibilidade, garanto. Além do quê, se você está dirigindo, nem que seja uma sessão de fotos para a Playboy, sua obrigação é olhar para a frente e prestar atenção.

O atropelado estava todo ensanguentado (e eu também à essa altura!) e uma das suas pernas tinha um belo “rombo”! Pensamos até que as pernas estivessem quebradas e pelo estrago no carro não entendemos como é que ele não estava era morto! Mas insitiu em se levantar e foi embora. Assim simplesmente… Aqui cabe uma nota: ele não cheirava a álcool, mas não estava em condições normais e isso era bem perceptível!

À essa altura suspiramos: aonde foi que a gente se meteu viu!

Depois de tudo isso, é claro, o rapagão que dirigia o carro também foi embora. Quando terminamos a sessão, vimos que a polícia o havia parado, um pouco para a frente do local do acidente. Não sabemos se realmente sabiam que era ele que tinha atropelado o rapaz ou se só o pararam por causa do estrago no carro, que ele já estava dirigindo novamente, diga-se se passagem.

Ficamos com vontade de parar e falar para polícia o que sabíamos, mas é claro que achamos melhor não falar nada, afinal, sabe Deus quem é esse rapaz. Infelizmente, tivemos de ser prudentes!

De qualquer maneira está aí a receita para um assasino no trânsito: irresponsável, inconsequente e, bem possivelmente, sem nenhuma punição. Enquanto ele não matar alguém não vai sossegar.


O atropelamento - Por Ana Paula

O “causo” do atropelamento…

A Célia (#amiga, #madrinha, #vizinha) queria tirar umas fotos legais! Já fazia tempo que tínhamos combinado, mas nunca dava certo! (Somos ocupadíssimas, claro! 😉 )

Finalmente conseguimos combinar que seria na sexta, no finalzinho da tarde. O tempo estava perfeito! Havia chovido, o ar estava límpido… Perfeito para fotografar!

A brux… ops, a Ariella (#amiga, #vizinha e, como você leitor já sabe, #falsa-fada 😀 ), deu um “trato” na nossa amiga e lá fomos nós para o local das fotos!

Aí começou o problema!

Nossa amiga já é bonita, toda arrumada então, estava de “parar o trânsito”…. literalmente! Nada esperto da nossa parte irmos fazer as fotos perto de uma rodovia não é mesmo! Argumentação: o lugar é lindo, com uma vista DI-VI-NA e as fotos ficariam maravilhosas lá… e ficaram mesmo (para provar vejam a foto no final desse post!)! Mas insisto: nada esperto! Um mulherão daqueles, naquele lugar, não podia dar certo!

Paramos o carro um pouco para a frente do local das fotos, ligamos o pisca-alerta e lá fomos nós!

Mal tínhamos começado (nem dez fotos ainda e, se parece muito leitor, conto que nessa tarde fizemos mais de quatrocentas ao todo!) quando, enquanto eu tentava ensinar a Célia a fazer um “biquinho” para a foto ( 🙂 ), ouvimos um belo e estrondoso: – POWWWWW!

– Ai, acertaram meu carro! Foi a primeira coisa que pensei…

Mas não foi. A Ariella, que estava mais atrás de nós, chegou a ver o rapaz voando!


Fotografia por Ana Paula - Cabelo e Maquiagem por Ariella

Continua no próximo post…