Pancho, o gatinho… e sua turma!

Pancho e Amarula

Pancho e Amarula

 

 

Pancho

Pancho

 

 

Pancho

Pancho

 

 

Pancho

Pancho

 

 

Pancho? Rudolph? ;-)

Pancho? Rudolph? 😉

 

 

Pancho

Pancho

 

 

Dori

Dori

 

 

Pancho

Pancho

 

 

Amarula, Pancho e Dori

Amarula, Pancho e Dori

 

 

Pancho e Primavera

Pancho e Primavera

 

 

Pancho e Primavera

Pancho e Primavera

 

 

Pancho e Primavera

Pancho e Primavera

 

 

Amarula

Amarula

 

 

Amarula

Amarula

 

 

Pancho

Pancho

Dupla exposição!

Dupla exposição é tirar duas fotos no mesmo quadro ou, uma por cima da outra, por assim dizer. Mas o mais importante a dizer é que “experimentar” muitas fotos com esse recurso é para lá de divertido e os resultados sempre são, no mínimo, interessantes!

Pouquíssimos modelos de câmeras digitais dispõe desse recurso que pode ser feito via photoshop, no entanto… mas daí, qual é a graça né? Já se estiver disposto a “encarar” uma câmera analógica, existem muitos modelos baratinhos (como a minha La Sardina, por exemplo) com o recurso disponível e simples de usar! É pura diversão…

 

Divagações analógicas…

Tudo começou quando ganhei um câmera Yashica J – pasmem, da década de 60! Toda manual, um charme… –  do meu bom amigo e colega de trabalho, Robinson. Era para eu fazer um trabalho para o curso e era para ser feito em película, ou seja, nosso velho amigo filme. Na época, testei a câmera mas o filme saiu virgem… foi uma decpção! Mas eu tinha o trabalho para fazer e mais toda a correria do curso… acabei deixando a câmera de lado.

O curso terminou e eu lembrei da pobrezinha abandonada lá no armário. Quem diria que um pequeno parafuso poderia fazer tanta diferença! A câmera agora funciona! Não como antigamente, claro, muitas fotos não saem pois as velhas palhetas do obturador estão um pouco “enferrujadas”: as vezes não abrem, as vezes não fecham! 😀 Mas as fotos que saem ficam… bem, ficam assim!

 

 

Rio Tibagi

 

 

 

Rio Tibagi

 

 

 

Ladeira do Paredão

 

 

 

Ladeira do Paredão

 

 

 

Tibagi

 

 

E podem aguardar que muitas outras fotos analógicas vem por ai!

Agradecimentos mais que especiais ao Robinson, pela câmera mais que charmosa e especial, e ao S. Domingos que, com sua experiência, me ajudou a desvendar os mistérios da Sra. Yashica J e colocá-la de volta “na ativa”-  aliás, sua primeira câmera fotográfica foi uma dessas!

PS: clique nas fotos para vê-las ampliadas.

PS 2: Filme utilizado, Ilford P&B, ISO 100.

Vôo de Balão!

Tudo começou na madrugada que tinha o toque especial de ser aquela com a maior lua cheia do ano! Para ajudar nem fez frio como estava fazendo nesses últimos dias. Nada de névoa e nada de vento. Em outras palavras, foi a manhã perfeita para um vôo de balão.

A diversão já começa na montagem do equipamento. Além de não desgrudarmos os olhos da equipe que trabalhava, ainda entramos dentro do gigante colorido enquanto ele estava sendo inflado! Parecia bem menor quando eu via aqui do chão… 🙂

A decolagem é tão suave que mal se sente. De repente você olha para baixo e vê que está subindo… e subindo… e subindo! A vista é linda e o passeio, indescritível. No final, depois da aterrissarmos em uma chácara do outro lado da cidade: café da manhã e brinde com espumante. O brinde, nos explicou o piloto, é uma tradição histórica que eles fazem questão de preservar!

Parabéns a empresa Air Company, reponsável pelo passeio, e a Taiana e aos outros organizadores que trouxeram a empresa, de Campo largo, aqui para PG! Foi perfeito!

 

Maior Lua Cheia do Ano!

E começa a tomar forma…

E esquenta…

Olha só o tamanho!

O Sol nascendo em Ponta Grossa…

Subindo… atravessamos as nuvens!

E o Sol foi um show a parte!

Não resisti e coloquei duas fotos porque esse momento foi espetacular!

Voltando para baixo das nunvens. Outro momento incrível foi o sol iluminando a cidade por frestas nas nuvens. No centro da foto a torre da Catedral de PG!

Se afastando da cidade…

Pousamos em um chácara… fiquei amiga desse cavalo depois! 😀

 

Atendendo a pedidos…

… colocamos aqui na FotoLândia a foto que andou fazendo o maior sucesso no FaceBook!

 

Amarula, a beagle voadora!

 

PS: Me sinto na obrigação de informar que ela adora isso tá! A cara de “pobre coitada” é apenas a genética resultante da evolução e servia para que a gente acreditasse que eles eram um coitadinhos, ficássemos com dó e lhes déssemos comida (quanto mais cara de “coitado”, maiores a chances de sobreviver e se reproduzir, capitaram? 😉  ) sem saber que dentro desses, supostamente, doces cachorrinhos moram monstrinhos bagunceiros, destruidores  e arteiros que adoram brincar de “voa na cama”!  😀

Vila Velha, finalmente!

Máquina fotográfica só, não! Ainda levei a tiracolo: marido, pai e mãe! 😀  Afinal, morando há praticamente cinco anos em Ponta Grossa (Paraná) era uma vergonha que eu ainda não tivesse ido conhecer o Parque Estadual Vila Velha!

Devia ter ido mais cedo…

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Vila Velha

 

 

Dica:  quem quiser visitar o Parque, que fica a 15 minutos de carro de Ponta Grossa e, de Curitiba a 1hora e meia, pode ver mais informações clicando aqui!

Dica 2: como sempre, clique nas fotos para vê-las ampliadas.

 

 

Ser humano arrogante…

Dessa vez eu nem sei por onde começar.  Mas vou gritar e desabafar. Quero mostrar as fotos para vocês… quero mostrar para todo mundo! Mas também tenho que avisar que não são fotos adequadas para todos, ok! Cuidado, por exemplo, com crianças por perto.


Já tinha algum tempo que eu vinha pensando em fotografar animais mortos. Isso mesmo, caro leitor, porque fotografia não é só beleza, florzinha e natureza. Fotografia também pode, e deve, ter função social e de denúncia. Eu já tinha, inclusive, conversado com a profe Michelle lá do curso a respeito. Mas sabe qual era o problema leitor? Essa “patricinha”, burguesa e mimadinha aqui, não tinha coragem para parar o carro e apontar a câmera para um animal morto, defigurado e apodrecendo na beira de uma rodovia, por exemplo! – Não vou conseguir olhar! Eu pensava… Como diz o velho ditado: a vida ensina.

Hoje, depois de um longo dia de serviço, ia eu voltando para casa e, ao entrar numa avenida (para aqueles de Ponta Grossa: Av. Anita Garibaldi) enquanto ainda fazia a curva avistei um filhotinho caído e uma poça de sangue. Muito sangue para um “serzinho” daquele tamanho. E graças a Deus por essa curva: eu não pensei, parei o carro no reflexo e corri para o bichinho. Era uma fêmeazinha de cachorro, uma vira-latinha de não mais que dois ou três meses de idade! A poça de sangue escorrendo debaixo da cabecinha e as patinhas de trás ainda se mexendo. Tinha acabado de acontecer. O motorista que atropelou? Nem sinal!

Agora, imaginem alguém que não sabia nem o que pensar! Ligar para o SAMU não dava… Meu Deus, o que que eu faço!!! Peguei o celular e liguei para a veterinária que cuida da minha cachorrinha. Não havia mesmo mais o que fazer. Aqueles tremores nas perninhas eram espasmos musculares e o sangue estava saindo pela boquinha. E com aquele tanto de sangue perdido… Uma outra moça parou o carro e veio me ajudar. Mais experiente que eu, ela colocou a mão no pescocinho da menininha e constatou que ela já tinha morrido mesmo.

A mãezinha dela, magra de se ver as costelas, não saia ali do lado. E a irmãzinha quase foi atropelada enquanto estávamos ali. Para poupar vocês dos detalhes e porque eu realmente não estou no “espírito”  de desfiar aqui tudo que aconteceu depois, vou direto ao que interessa: aprendi minha lição! Isso foi a vida (ou Deus, ou como você quiser chamar, caro leitor!) me dizendo assim: larga de ser fresca e vai mostrar para as pessoas que SER HUMANO NÃO É MELHOR QUE ANIMAL, ANIMAL SÓ NÃO: QUALQUER FORMA DE VIDA. Vai fazer teu trabalho, usar as ferramentas que você tem e, pelo menos para essa cachorrinha, pelo menos para esse caso de descaso: dar um sentido a essa morte.

Então SER HUMANO ARROGANTE: a gente também é bicho e tá na hora de entender que a gente faz parte da natureza e do mundo que nos rodeia! Não somos nada a parte não! Não temos nada de especial… QUEM TE DISSE QUE A GENTE É SUPERIOR??? E cuidado, muito cuidado com a resposta, pronta e clichê que pode ter vindo a sua mente agora. Abra-a e olhe os fatos: você é bicho, não é melhor nem que uma samambaia, quanto mais que um animal com o qual você compartilha bem mais de 90% do seu DNA.

A maior prova de que não somos superiores é que esse motorista não parou para socorrer a pobre filhotinha. Quer mais provas? E caça lá é esporte, sério??? Touradas??? Nossa “farra do boi”!!! – Ah, mas é cultural…. Claro que é, algumas cultura indígenas enterram vivas suas crianças que nascem com problemas! Vamos deixar que façam… é cultural, oras! Mas isso todo mundo acha absurdo né?! Nem vou entrar no mérito sobre a forma como criamos animais e os abatemos para consumo, que isso é uma outra longa discussão, e embora eu não seja vegetariana, não sou burra também e posso ver os absurdos do nosso sistema produtivo. E os testes em animais, outra prova da nossa “grande superioridade” que não servem para absolutamente nada a não ser engordar currículos de doutores, tão inteligentes por uma lado, tão estúpidos por outro.

 

Ahhhhh…

 

Tá tudo errado, gente! Tá tudo errado… Nossa arrogância e falta de respeito vai acabar com a  nossa espécie, e quer saber: a gente só vai estar colhendo aquilo que plantou.

 

 

 

 

Pessoal de Ponta Grossa, essas cachorras, supostamente, tem dono tá! Mas se alguém tiver interesse, ou souber de alguém que tenha interesse em adotar, tanto a mãe (já está castrada e ainda é quase uma filhota) quanto a filhotinha sobrevivente é só entrar em contato que pode ser arranjado! A gente faz “mutirão”, ajuda a castrar, dar as vacinas e tudo que elas precisarem para que tenham um lar decente.

PS: as fotos são de celular pessoal e eu baixei a resolução também, pois são imagens fortes. Nenhum tipo de tratamento nas imagens.

 

 

Novas participações especiais…

… e pões especiais nisso! Dá só uma olhada nas fotos da Ana Carla e do Fabiano! Babei…

 


Por Ana Carla!

e

 

Por Fabiano

 

DICA: Para ver as fotos ampliadas, clique nelas! 😉

Os beija-flores, a janela e a chuva…

Minha amiga Célia já tinha me chamado para ver outro dia mas, por razões puramente domésticas, não pude ir! Ela veio aqui na porta: – Paula! Venha tirar foto dos beija-flores aqui na janela. Com essa chuva eles ficam bem “doidinhos”!

A tal janela, que tem um bebedouro com aguinha doce pros malandrinhos, fica, por acaso, bem em cima da minha! Então hoje, assim que a chuva começou, muni minha câmera com a tele-objetiva e sentei na janela à espera!

A chuva estava bem forte no início, mas quando ela deu uma acalmada, pronto! Lá estavam os danadinhos voando para cima e para baixo, brigando pelo bebedouro… parecia uma pega-pega aéreo!

E que pega-pega… eu é que não conseguia pegar uma foto deles! Mal fazia o foco e já tinham saído voando de novo!!! Mas, com um pouco de paciência (estou exercitando a minha, pois nasci com muito pouco dela! 😦 ) saíram várias fotos! Em uma delas consegui, um tanto de sorte aqui, pegar dois deles se “bicando”! E como brigam esses danadinhos viu! 😀

Espero que apreciem as fotos tanto quanto me diverti ao fazê-las!


Beija-flor na chuva!

 

Beija-flores disputando o bebedouro...

 

Agradecimentos especiais à “Tia” Célia por me chamar atenção para os beija-flores!

Dica: cliquem nas fotos para vê-las ampliadas!

Ligue o Flash!

Se você tem um câmera fotográfica compacta* e não é fotógrafo profissional e nem “entendido” no assunto, caro leitor, ligue o flash! E ligue já! Corra agora pegar sua máquina e descobrir como se faz isso que estou falando sérissimo. 😀

Na nossa enquete sobre quais assuntos interessavam mais aos passantes aqui da FotoLândia, o campeão foi o flash! Eu não achei que ele ganharia! Passei a pesquisar para escrever esse artigo então. Visitei diversos sites, consultei alguns livros e, depois de bastante leitura, percebi que a melhor dica que posso dar para vocês é essa: Ligue o Flash, caro leitor!

Existem, é claro, várias técnicas profissionais e interessntes para se usar o flash da melhor maneira, criar efeitos, rebater, etc, etc e etc. No entanto, para quem não é um usuário experiente e usa sua compacta  no dia-a-dia para registrar os momentos simples e especiais o FLASH DE PREENCHIMENTO (Fill flash) é o que nos interessa.

Vou dar um exemplo bem simples de um erro muito comum que vejo sempre nos orkuts e facebooks mundo virtual a fora! Veja só a foto abaixo:


Sem Flash, a luz da janela "engana" a câmera e deixa o motivo da foto "escuro"!

Nessa foto, da minha cachorrinha Amarula, o fato dela estar contra-luz (na janela) fez com que a foto ficasse “escura”  bem no ponto que nos interessa, ou seja, nela. As câmeras compactas, ou mesmo outros modelos quando selecionado o modo automático, fazem a medição da luz para poderem se “regular” (a própria câmera decide o tempo do obturador, a abertura do diafragama, o ISO, etc) e a luz forte do fundo, nesse caso, confunde a câmera que se ajusta a essa luz mais forte, fazendo com que o obejto da foto saia escuro.

A solução para o seu problema? Ligar o flash! Veja só agora:


Foto com Flash: o motivo da foto saiu nítido mesmo à contra-luz.

Esse truque pode ser usado também em outras ocasiões, como por exemplo, fotos feitas sob a luz do sol. Quando se tenta fazer um retrato de alguém sob o sol forte do meio-dia, por exemplo, as sombras no rosto das pessoas tendem a sair fortes e bem marcadas e são o que o fotógrafos chamam de “sombras duras”. Para criar um contraste, amenizar esse efeito e, consequentemente, suavizar as sombras, basta que você ligue o flash.

Claro, não dá pra esquecer que fotos feitas com flash devem manter alguma distância do objeto da foto, principalmente em casos de câmeras em que se tem pouco controle sobre a regulagem do flash, ou você terá o retrato de uma abdução (um grande clarão de luz! 😀 ) ao invés de um bom retrato! Dê uma certa distância do objeto da foto e use seu zoom óptico (nunca usem o digital, ok!).

E falando em retratos, ao fotografar pessoas, ligue o redutor de olhos vermelhos de sua câmera, pois é um recurso muito útil que atenua o problema quando não o resolve por completo. No mais, editores de fotos “free “e simples de usar terminam de solucionar o problema para você!


E para finalizar selecionei três fotos do acervo da National Geographic, lindíssimas, em que os fotógrafos se valeram do uso do flash! Aproveitem… e liguem seus flashs!


Por April Maciborka

 

Por Margaret Deaner

 

Por Gary Norbraten

* Câmera fotográfica compacta é uma dessas câmeras comuns que temos em casa.

Fran e Fabi… e a Amarula!

Era uma vez duas princesinhas lindas que eram iguaizinhas… foi assim que eu comecei a sussurar no ouvido das minhas sobrinhas e afilhadinhas Fabi e Fran e, pelo jeito, elas até gostaram!

A avó delas, D. Luzia, correu me contar: – Elas adoram histórias!

Então passei um bom tempo inventando uma (boa?) história sobre duas princesinhas, uma beagle arteira e um sapo falante!

De onde veio o sapo? Oras, os sapos são figuras clássicas nas histórias infantis… ainda são né? Posso estar desatualizada nessa área!

Quer saber, o sapo falante (o grilo fica para outra história!) vai oferecer colo para elas, se elas vierem sem chorar, não precisa nem o beijo… o sapo vira Madrinha! 😉


Fabi e a Amarula! - Por "Madinha"

 

Fran - Por "Madinha"

Dica: para ver as fotos ampliadas, clique nelas!

Pandora, a gatíssima…

Parabéns para a Bruna!

Acreditam que essa foto foi feita com uma câmera compacta? Pois é, eu sei que a Pandora é linda e esses “zóiões” azuis se destacam a quilometros de distância, mas  a foto realça, de uma maneira muito elegante, esse atributo tão peculiar e charmoso da gatinha Pandora!


Pandora - Por Bruna Müller

 

Dicas:

Clique na foto para vê-la ampliada!

Veja todas as fotos de animais do blog, clicando na palavra Animais, na seção “Por Categorias”, na barra do lado esquerdo do Blog!

Os passarinhos da fazenda cantam “à cappella”…

Mais uma contribuição de Mr. Vika aqui para o Blog! E essa está “de babar” não?!

Passa uma tranquilidade! Quase consigo ouvir esses passarinhos cantando. E no fundo o silêncio… eis ai outra foto que é pura música, nesse caso, passarinhos cantando “à cappella” *!


Passarinhos "à cappellla" - Por Vika Viante!

 

Clique na foto para vê-la ampliada!

* Para quem desconhece a expressão italiana, cantar “à cappella” significa cantar sem o acompanhamento de instrumentos musicais! 😉

“Cascãozinha” no moinho…

“Cascãozinha” é um apelido carinhoso… afinal ela odeia banho e morre de medo d’água! 🙂

Mas para nossa sorte, no dia do passeio ao moinho estava um sol delicioso, sem nenhuma chuva (ou banho!) a vista!!!


Amarula - Por Ana "mamãe" Paula

Clique na foto para vê-la ampliada! 😉

Os irmãos Mirkoski…

Mais uma foto do passeio ao moinho…
Os irmãos Mirkoski e a “Mirkoskinha” Amarula!!! 🙂 E sedenta… mas não se preocupem, a gente deu água pra ela depois tá! 😉

Pri e Vir - Por Ana Paula

Dica: clique na foto para vê-la ampliada!

Mais uma foto da “Tata”…

É, meu irmãozinho Pedro (sim, esse “marmanjão” da foto abaixo! hehe), ainda me chama de “Tata”… e não é que a Bruna aprendeu com ele… 🙂  (E ai deles se pararem com isso… já tá avisado! 😉 ) O gatinho que parece não estar gostando, nem dos beijos, nem dos flashs é o Zé… pobre vítima do Pê… e dos meus flashs, claro! hehe
Apresentações feitas, vamos a foto:

Eu pensei cá comigo: essa foto ficou muito boa… retrata bem eles e a família que formam… vou postar! Masssss antes… vou dar mais uma ajeitadinha no enquadramento, na luz, cores, etc, claro né! E quando fui recortar, quem disse que dava certo? Nenhum enquadramento ficava melhor que esse… parei para pensar na teoria…

… e pensei….

E descobri (não demorou tanto assim tá!) o porque desse enquadramento ser tão agradável!

Reza a lenda que quando se quer destacar algo (objeto) em uma foto, não se centraliza, se coloca esse objeto em um dos “terços”… funciona assim ó: você imagina a foto divida em três partes, tanto na horizontal, quanto na vertical, por duas linhas retas. Nos pontos onde essas linhas se tocam, você enquandra o objeto da foto. Isso torna a foto “confortável” de se ver…

Nessa foto, sem querer, tanto o Pê quanto a Bru, ficaram nesses pontos… por isso, por mais que eu cortasse, eu não ia conseguir algo melhor….

Família Feliz! - Por "Tata"

Agradecimentos especiais: ao Zé, por aguentar-nos! hahaha

Os gatíssimos Joey e Chatran!

É, eu sei que demorou! Desculpem por não ter aparecido ontem!

O Vei, Amarula e eu viemos para Londrina visitar meu “irmãozinho” Pedro, minha cunhada Bruna e o quarteto em Sol maior: Zé, Pandora, Joey e Chatran! Quarteto em Sol maior porquê, para quem não sabe, em notação musical a letra G (de gato…) representa o acorde de Sol! (Viu, o blog da Ana Paula também é cultura! hehe)

E esse quartetro é um barato viu… você tá lá sentado na sala, papeando com a família e digitando algo para o seu blog e, de repente, um gato sobe no armário da cozinha e derruba tudo que está em cima no processo! O Vei e eu tomamos cada susto… o Pê e a Bru nem ligam mais… só se ouve a bronca: – Zé, seu gordo, não sobe ai se você não dá conta!!!

Mais fotos em breve…

 

Chatran e Joey - Pela tia Ana Paula!

A estréia da “cascãozinha”!

Enquanto aguardamos ansiosos pelo resultado da enquete para o próximo desafio….

Divirtam-se com essa foto da Amarula… um pouco antiga já, de fevereiro, a foto retrata bem a personalidade da figurinha… muito ativa e sempre pronta para brincadeiras!!!

Para aqueles que não conhecem, a Amarula é nossa beagle! Agora com dois aninhos, muito arteira, teimosa, dona de um gênio terrível (é sim, a gente dá bronca e ela discute com a gente, acreditam??? ) e que odeia água! Daí o apelido “cascãozinha”!

Passa-tempos favoritos: comer, brincar, durmir, fugir para o apartamento do Tio Paulo (e da Tia Célia né, mas ela vai lá ver o Tio Paulo!), comer de novo (dessa vez, comer o que não deve como por exemplo: aparelhos de dente móveis (duas vezes já!), pomadas, capinhas de CD, pedras, aranhas e para acompanhar: Pinho Brill!), destruir os tapetes da minha mãe, roubar meias alheias e fugir, subir no jacaré e “ó” nele ( 🙂 ela tem um jacaré de pelúcia de mais ou menos um metro de comprimento que ela ganhou aos 4 meses… é o brinquedo favorito e o namorado dela!)… e comer mais uma vez! Fim!


OBS: um agradecimento todo especial à Dra. Fabiane por nos atender (muitas vezes por telefone e em horários péssimos) e nos ajudar a manter sã e salva essa pestinha…


Amarula em ação - Por Ana Paula

No parque das Aves… Divagações capilares da nossa amiga Dani!

Por Raquel Viola

 

 

E aqui em baixo, para comparações…

Dani e a amiga de "coque"! Por Ana Paula Aletto