Dupla exposição!

Dupla exposição é tirar duas fotos no mesmo quadro ou, uma por cima da outra, por assim dizer. Mas o mais importante a dizer é que “experimentar” muitas fotos com esse recurso é para lá de divertido e os resultados sempre são, no mínimo, interessantes!

Pouquíssimos modelos de câmeras digitais dispõe desse recurso que pode ser feito via photoshop, no entanto… mas daí, qual é a graça né? Já se estiver disposto a “encarar” uma câmera analógica, existem muitos modelos baratinhos (como a minha La Sardina, por exemplo) com o recurso disponível e simples de usar! É pura diversão…

 

Um Flash bem usado…

Fotografia analógica, para variar!


E não se esqueçam: Vai fazer um retrato? Ligue o Flash! 😉

 

Os carrinhos e a profundidade de campo…

É, as fotos aqui da FotoLândia sempre pendem para esse lado lúdico, fantasioso e até sobrenatural algumas vezes né! E hoje vou aproveitar duas fotos bem lúdicas, que fiz para a banca de final de semestre do curso, para contar para os passantes sobre um efeito que se chama Profundidade de Campo.

Olhem as duas fotos abaixo, com enquadramentos quase idênticos, mas uma diferença crucial! Na primeira foto, tudo é nítido e na segunda, apenas o primeiro carrinho, amarelo, é totalmente nítido. O segundo, azul, começa a peder a foco, enquanto o terceiro, verdinho, é quase um borrãozinho!!!

Como fazer isso em casa? Três fatores influenciam a profundidade de campo em uma foto: distância focal, abertura do diafragma e distância. Não vou explicar os três conceitos mais profundamente aqui, pois são muito técnicos e, acredito eu, mataria os passantes de tédio. Então vamos direto para a prática!

Com uma máquina compacta, como a que você tem em casa, caro leitor, você não poderá controlar a abertura do difragma, que seria o elemento mais importante! Mas você ainda controla a distância focal (grosseiramente: seu zoom*) e a distância entre você e o objeto fotografado.

Quando quiser que as fotos tenham o efeito borrado da segunda foto dos carrinhos, você não deve usar o zoom de maneira alguma e deve se aproximar o máximo possível do objeto da foto. Não esqueça o mais importante: faça o foco corretamente pois é sua forma de explicar para a máquina qual a parte da foto que você quer nítida. Todas as máquinas digitais funcionam da mesma maneira: você aperta o botão do disparador até a metade, mirando no objeto e, geralmente, a máqina faz um “bipe” ou aparece algo verdinho (o que significa que ela conseguiu focar) daí sim você termina de apertar o disparador. Isso é básico e imprescindível para qualquer tipo de foto, tá!

Exemplo prático: eu mirei no carrinho amarelo, apertei o botão até a metade, tirei o carrinho do centro da foto sem soltar o botão (veja que ele não está centralizado, mas está perfeitamente em foco) e aí sim, terminei de apertar, ou seja, “disparei” a foto para valer.

Fácil, não? Quem tentar em casa e conseguir, manda a foto aqui para FotoLândia! 🙂

Carrinhos - Alta Profundidade de Campo

 

 

Carrinhos - Baixa Profundidade de Campo

 

 

* usem sempre e somente o zoom óptico tá pessoal, zoom digital desativem que só estraga as fotos!

Dica: clique nas fotos para vê-las ampliadas.

Dica 2: aprenda a focar antes de fotografar, leia o manual da sua câmera. 😀

 

 

No parque…

Algumas fotos feitas no Parque Papa João Paulo II em Curitiba em uma bela tarde ensolarada de domingo! 😀


 

 

Dica: basta clicar para ver as fotos ampliadas!

Participações especiais!

Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres: três fotos enviadas por amigas queridas, sem experiência na fotografia, mas com uma grande sensibilidade… sensibilidade tipicamente feminina! Aproveitem!

E quem tem uma foto legal (seja amador ou profissional) e quiser mandar aqui para a FotoLândia, faça contato clicando aqui!

Salto do Apucaraninha - Por Grazi

 

 

Caraguatatuba, Praia de Massaguaçú - Por Manoela

 

 

Emiliano e Joseph sobre a árvore... por Ana Paula Lemos

 

Clique nas fotos para vê-las ampliadas!

Fran e Fabi… e a Amarula!

Era uma vez duas princesinhas lindas que eram iguaizinhas… foi assim que eu comecei a sussurar no ouvido das minhas sobrinhas e afilhadinhas Fabi e Fran e, pelo jeito, elas até gostaram!

A avó delas, D. Luzia, correu me contar: – Elas adoram histórias!

Então passei um bom tempo inventando uma (boa?) história sobre duas princesinhas, uma beagle arteira e um sapo falante!

De onde veio o sapo? Oras, os sapos são figuras clássicas nas histórias infantis… ainda são né? Posso estar desatualizada nessa área!

Quer saber, o sapo falante (o grilo fica para outra história!) vai oferecer colo para elas, se elas vierem sem chorar, não precisa nem o beijo… o sapo vira Madrinha! 😉


Fabi e a Amarula! - Por "Madinha"

 

Fran - Por "Madinha"

Dica: para ver as fotos ampliadas, clique nelas!