Sobre medos e desespero

Agradecimento especial as amigas e modelos mais corajosas e empolgadas: Juliana, Marcela e Camila! Que viraram a noite fotografando, interpretando, se enfiando no meio do mato, invadindo propriedade privada, deitando em trilhos de trem… e por aí a fora! 🙂

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O dia do Kart…

O dia que o pessoal resolveu andar de Kart foi um feriado friozinho e…. chuvoso!!!

Obviamente meu primeiro pensamento foi: – Sério?! Mas depois a idéia de fotografar a corrida me animou geral. Os corredores não se sujaram pouco, teve carro que quebrou no meio da corrida e ainda dois lindos arco-íris resolveram enfeitar o céu por alguns minutos… o resultado de tudo isso – e quem ganhou a corrida,calro! 😀 – vocês vêem nas fotos abaixo!

Ah e o tríptico super estourado (fotos “brancas”) foi minha obra prima da vez… particularmente, estou apaixonada por essas três imagens!

O Tríptico

Obs: para ver as fotos ampliadas, basta clicar sobre elas.

Sobre ruas e luas… a noite em Ponta Grossa!

Dica: para ver as fotos ampliadas, basta clicar sobre elas.

Um salto para a liberdade…

Passantes da FotoLândia! Não, eu não perdi nada importante que tenha necessitado a ajuda de São Longuinho recentemente ( 😉 ), no entanto, tirei três fotos “saltitantes” que acho que vocês vão gostar de ver!

Para começar, Anielly e seu salto para a liberdade…

 

O salto da Ani!

 

Dica: Clique na foto para vê-la ampliada!

Dica 2: Não percam os próximos pulos aqui na FotoLândia…

 

 

Sobre a Ana… Sobre a Paula: as fotos!

Finalmente pessoal!

Desde que eu escrevi o texto “Sobre a Ana… Sobra a Paula!” – curiosamente um dos textos mais “badalados” do blog ! –  que eu tinha vontade de colocar umas fotos para ilustrar o texto. Cheguei até a colocar alguma coisa uma vez mas, aquelas ainda não eram “AS” fotos, se é que me entendem… no final, preferi deixar sem nada.

Um dia, então, na matéria de Fotografia Autoral do curso que faço na Escola Portfólio, a Profe Gabi (chequem só o blog dela: http://gabrielaleirias.wordpress.com/) nos desafiou com um trabalho de autoretrato. E quando eu digo “desafiou”, não estou exagerando, porque para mim foi realmente um desafio.

Indecisa como sou, não conseguia chegar a um idéia: como fotografar a Ana e a Paula? Pensei e pensei, mas no final o resultado veio quase que naturalmente! Acabei fazendo três sessões com fotos completamente diferentes para conseguir as fotos que eu queria: a visão da Ana, a visão da Paula e a visão da Ana Paula! É… vocês vão entender melhor quando assistirem o vídeo com o resultado do trabalho!

Ah, mas antes disso, queria deixar aqui meu agradecimento mais que especial aos meus ajudantes: Célia e Ariela (as super amigas), Bita e Bitão (meus “veínhos”) e Vei e Amarula (minha “matilha”)! As fotos em que vocês verão duas de mim mesma não são montagens. Essas fotos foram feitas usando uma técnica bem trabalhosa e demorada e, para cada umas delas eram necessárias duas pessoas trabalhando, no mínimo, além de mim mesma. Esse trabalho não teria saído sem a ajuda e paciência desses ajudantes! 😀

Para finalizar, fica um “tira gosto” aqui na nesse post, mas o vídeo com o trabalho completo e a perfeitíssima trilha sonora do Blind Guardian vocês checam na página “Sobre a Ana… Sobra a Paula!”, afinal, tinha de ser lá, não é mesmo!

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Paula

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Ana

 

 

Sobre a Ana... Sobre a Paula - Por Ana Paula

 

 

Ser humano arrogante…

Dessa vez eu nem sei por onde começar.  Mas vou gritar e desabafar. Quero mostrar as fotos para vocês… quero mostrar para todo mundo! Mas também tenho que avisar que não são fotos adequadas para todos, ok! Cuidado, por exemplo, com crianças por perto.


Já tinha algum tempo que eu vinha pensando em fotografar animais mortos. Isso mesmo, caro leitor, porque fotografia não é só beleza, florzinha e natureza. Fotografia também pode, e deve, ter função social e de denúncia. Eu já tinha, inclusive, conversado com a profe Michelle lá do curso a respeito. Mas sabe qual era o problema leitor? Essa “patricinha”, burguesa e mimadinha aqui, não tinha coragem para parar o carro e apontar a câmera para um animal morto, defigurado e apodrecendo na beira de uma rodovia, por exemplo! – Não vou conseguir olhar! Eu pensava… Como diz o velho ditado: a vida ensina.

Hoje, depois de um longo dia de serviço, ia eu voltando para casa e, ao entrar numa avenida (para aqueles de Ponta Grossa: Av. Anita Garibaldi) enquanto ainda fazia a curva avistei um filhotinho caído e uma poça de sangue. Muito sangue para um “serzinho” daquele tamanho. E graças a Deus por essa curva: eu não pensei, parei o carro no reflexo e corri para o bichinho. Era uma fêmeazinha de cachorro, uma vira-latinha de não mais que dois ou três meses de idade! A poça de sangue escorrendo debaixo da cabecinha e as patinhas de trás ainda se mexendo. Tinha acabado de acontecer. O motorista que atropelou? Nem sinal!

Agora, imaginem alguém que não sabia nem o que pensar! Ligar para o SAMU não dava… Meu Deus, o que que eu faço!!! Peguei o celular e liguei para a veterinária que cuida da minha cachorrinha. Não havia mesmo mais o que fazer. Aqueles tremores nas perninhas eram espasmos musculares e o sangue estava saindo pela boquinha. E com aquele tanto de sangue perdido… Uma outra moça parou o carro e veio me ajudar. Mais experiente que eu, ela colocou a mão no pescocinho da menininha e constatou que ela já tinha morrido mesmo.

A mãezinha dela, magra de se ver as costelas, não saia ali do lado. E a irmãzinha quase foi atropelada enquanto estávamos ali. Para poupar vocês dos detalhes e porque eu realmente não estou no “espírito”  de desfiar aqui tudo que aconteceu depois, vou direto ao que interessa: aprendi minha lição! Isso foi a vida (ou Deus, ou como você quiser chamar, caro leitor!) me dizendo assim: larga de ser fresca e vai mostrar para as pessoas que SER HUMANO NÃO É MELHOR QUE ANIMAL, ANIMAL SÓ NÃO: QUALQUER FORMA DE VIDA. Vai fazer teu trabalho, usar as ferramentas que você tem e, pelo menos para essa cachorrinha, pelo menos para esse caso de descaso: dar um sentido a essa morte.

Então SER HUMANO ARROGANTE: a gente também é bicho e tá na hora de entender que a gente faz parte da natureza e do mundo que nos rodeia! Não somos nada a parte não! Não temos nada de especial… QUEM TE DISSE QUE A GENTE É SUPERIOR??? E cuidado, muito cuidado com a resposta, pronta e clichê que pode ter vindo a sua mente agora. Abra-a e olhe os fatos: você é bicho, não é melhor nem que uma samambaia, quanto mais que um animal com o qual você compartilha bem mais de 90% do seu DNA.

A maior prova de que não somos superiores é que esse motorista não parou para socorrer a pobre filhotinha. Quer mais provas? E caça lá é esporte, sério??? Touradas??? Nossa “farra do boi”!!! – Ah, mas é cultural…. Claro que é, algumas cultura indígenas enterram vivas suas crianças que nascem com problemas! Vamos deixar que façam… é cultural, oras! Mas isso todo mundo acha absurdo né?! Nem vou entrar no mérito sobre a forma como criamos animais e os abatemos para consumo, que isso é uma outra longa discussão, e embora eu não seja vegetariana, não sou burra também e posso ver os absurdos do nosso sistema produtivo. E os testes em animais, outra prova da nossa “grande superioridade” que não servem para absolutamente nada a não ser engordar currículos de doutores, tão inteligentes por uma lado, tão estúpidos por outro.

 

Ahhhhh…

 

Tá tudo errado, gente! Tá tudo errado… Nossa arrogância e falta de respeito vai acabar com a  nossa espécie, e quer saber: a gente só vai estar colhendo aquilo que plantou.

 

 

 

 

Pessoal de Ponta Grossa, essas cachorras, supostamente, tem dono tá! Mas se alguém tiver interesse, ou souber de alguém que tenha interesse em adotar, tanto a mãe (já está castrada e ainda é quase uma filhota) quanto a filhotinha sobrevivente é só entrar em contato que pode ser arranjado! A gente faz “mutirão”, ajuda a castrar, dar as vacinas e tudo que elas precisarem para que tenham um lar decente.

PS: as fotos são de celular pessoal e eu baixei a resolução também, pois são imagens fortes. Nenhum tipo de tratamento nas imagens.

 

 

FotoLândia orgulhosamente apresenta, na passarela…

Quando uma amiga me ligou convidando para um desfile de modas beneficente que ela estava ajudando a organizar… fiquei super empolgada!

Mas é claro que não demorou muito e já bateu a realidade: – Que responsa, heim! 😀 Mas que oportunidade para aprender também!

E saí a caça das informações: uma coisa com um professor, outra com outro, mais um pouquinho da internet e “voilà”…  algumas fotos aí em baixo!

 

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